quinta-feira, 11 de março de 2010

Cuidados com o ponto de venda

O ponto de denva (PDV) é o mais conhecido e popular lugar de desenvolvimento do varejo, espaço físico no qual a venda ocorre. Desde as primeiras trocas e formas de comércio, o PDV estabelece contato como o cliente e que tem nele a oportunidade de se desenvolver. De fato muitas centenas de anos se passaram até o varejo chegar em seu estágio atual. As estruturas sociais mudara, houve a entrada de novos canais de venda e principalmente o aumento da dinamicidade do mercado. Mas a importância do PDV é inegável.
O século XXI veio agregando mudanças e desafios aos varejistas. A globalização dos mercados e a criação de consumidores multicanais fizeram o cliente ganhar mais voz, exigir mais e buscar por diferenciação. O PDV também passou por mudanças, não sendo o único lugar que cliente e vendedor estabelecem contato. Ele incorporou novos conceitos como: sustentabilidade, inovação e interatividade.
O PDV ainda é o local preferido pelos brasileiros para efetivar suas compras, mesmo utilizando outros canais para pesquisa, para comparar preços, para interagir com a marca, para trocar informações com outros clientes e para monitorar as ações da empresa. O PDV representa a conjuntura de seus anseios e desejos, por isso deve ser muito bem pensado e estreuturado de forma que a experiência de compra não frustre as expectativas do cliente. O PDV mostra a identidade da loja seja ela estética ou conceitual.
Um estudo prévio deve ser feito antes da montagem do PDV, ou seja da loja. É importante analisar o perfil do seu público, os locais que frequentam, pontos fortes e fracos e hábitos de consumo. A facilidade de acesso é um aspecto essencial e a variação de sua importância depende do tipo de negócio da empresa. Uma avendia de grande circulação é favorável para a instalação de uma agência bancária, porém não é tão favorável a localizaçaõ de uma clínica de estética. O ponto é fundamental para o bom desenvolvimento da marca e efetivação das vendas.
A acessibilidade deve ser pensada de duas formas diferentes. Na primeira atenta-se para a adequação das instalações a cadeirantes e deficientes visuais. Já a segunda se refere à circulação de pessoas, disposição das informações e exposição das mercadorias. O fluxo do cliente deve ser livre, porém ordenado de forma coordenada, casando as informações disponíveis às necessidades do consumidor. Embora tragam uma abordagem diferente as duas formas de acessibilidade, são complementares. É necessário se preocupar em não exagerar no volume das informações, que podem se tornar confusas e inoperantes. Nos dias de hoje existem arquitetos especializados em varejo devido as inúmeras especificidades do setor.
A renovação da loja deve ocorrer de tempos em tempos para que os clientes se sintam atraídos por ela. A manutenção dos clientes depende da atratividade da empresa. Por isso explorar iluminação, vitrine, decoração e exposição dos produtos é importante.
Outro ponto a ser pensado é a integração entre a loja virtual e a lpja física. Apesar da loja virtual possibilitar a exploração de diferentes setores é importante que haja compatibilidade entre o ambiente virtual e o PDV. Grandes oscilações entre esses dois canais podem impactar negativamente na relação cliente-empresa.
Buscar uma boa estruturação do PDV é necessário e com isso a empresa deve pensar em vários fatores que influenciam o sucesso do mesmo. A busca por posfissionais especializados não garante bons resultados, porém dá apoio a elaboração de uma boa loja. Como foram faladas, as
mudanças no PDV são importantes e fazem parte da atualização da marca no mercado.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Flexibilidade para crescer e permanecer no mercado

As transações no mundo dos negócios ocorrem rapidamente e os cenários se alteram a cada lançamento, criação de nova tecnologia, incorporação de novos hábitos, enfim uma infinidade de coisas ocorre e afeta diretamente ou indiretamente as empresas. Por isso, a flexibilidade é a palavra de ordem, de movimento e de mudança nos tempos de hoje. Com cenários tão dinâmicos e interligados as empresas tem que ter mobilidade para atingir o público e manter-se alinhada ao pensamento de seus consumidores. A partir dessa necessidade surgem várias formas de se adaptar a tal realidade.
A formação de uma boa rede de contatos é essencial para o bom desempenho das atividades cotidianas. Independentemente da área de atuação da empresa o networking nunca foi tão importante e tem se tornado um diferencial. Possibilita a troca de informações com empresas afins e possíveis parceiros de trabalho. Hoje não é incomum conhecer estórias de empresas que surgiram na internet e se desenvolveram muito bem nela. Um clássico é a Camisetaria, que surgiu em um espaço de 25m² e hoje vende camisetas para todo país.
A exploração das redes sociais é muito importante e deve ser usada tanto por grandes, pequenas e micro empresas. Segundo o especialista em tecnologia da informação Luiz Fuzaro "Há um grande benefício ao utilizar esse tipo de tecnologia porque agiliza o processo de negócios". Além de poupar tempo a exploração das redes sociais cria relacionamentos com fornecedores e clientes. A agência de viagens Mala Pronta foi fundada em 2004 para ser uma empresa online que atende turistas de lazer ou negócios no Brasil e no exterior. A empresa age como intermediadora entre clientes e hotéis. O diferencial é que não existe uma cobrança por esse serviço, os hotéis pagam uma comissão. A empresa utilizou o Orkut, Face book e Twitter para conseguir novos clientes.
Modelos colaborativos de loja também tem surgido em menor escala, gerando oportunidades iguais a artesão e estilistas independentes. No país a Endossa oferece esse tipo de serviço, sendo uma loja colaborativa. A empresa se localiza em São Paulo e aluga os espaços de sua loja. Qualquer um pode inscreves seus produtos. O empreendedores pagam pela área ocupada, há um limite máximo de espaço a ser usado pela mesma empresa, quem vende pouco saí e também que vende muito. Esse modelo de loja busca gerar oportunidades iguais a todos os beneficiados, o preço é definido pelo fabricante e a reposição das mercadorias também.
Outro modelo flexível de trabalho que surgiu para atender os profissionais liberais, micro e pequenas empresas e prestadores de serviço foram os escritórios compartilhados. Baseado no modelo de coworking, fundado em São Francisco (EUA), eles oferecem um espaço com mesas, cadeiras, banheiro, acesso à internet, salas para reuniões, copa, café quente, linhas telefônicas e impressoras. As empresas pagam pela área utilizada e por período usado, disponibilizando pacotes adaptáveis às necessidades do cliente. Estes pontos são muito importantes, pois oferecem a mobilidade de horários do home office, mas com um ar de maior seriedade de um escritório tradicional. De acordo com a empresária Fernanda Nudelman Turgilho, criadora do Ponto de Contato no Bairro de Pinheiros, um dos problemas do home office "Desde a falta de infraestrutura, privacidade, e principalmente, de disciplina, de uma separação entre a vida pessoal e trabalho." Outra vantegem é a possibilidade de encontrar parceiros, fornecedores e clientes no mesmo ambiente. A decoração e a disposição dos móveis proporcionam uma atmosfera criativa. Alugns espaços oferecem alguns horários de convívio visando estimular o networking, são feitas palestras gratuitas e, além disso, logo na entrada há um grande mural no qual as empresas pode divulgar suas atividades e atualizações. Os preços são a partir de R$50,00 por mês.
A busca por mobilidade no trabalho deve ser viabilizada, principalmente no que se refere à redução de custos e maximização das oportunidades. Estas mudanças visam também a melhora nos relacionamentos, seja entre fornecedores, clientes ou parceiros. Uma estratégia de ação nesses ambientes é importante para monitorar os resultados e rever os planos. É preciso que cada empreendedor analise as oportunidades compatívies a sua empresa utilizando formas diferentes de executar o seu trabalho.