Um termo ainda novo no Brasil, mas uma grande tendência do marketing. O branding nada mais é do que a gestão da imagem da marca, ou seja, o que o seus clientes pensam, agem e como se comportam em relação a sua marca. Esse tipo de gestão faz uma varredura em todas as formas de comunicação que sua empresa possa estabelecer com os clientes buscando uma melhoria de seu conceito e aumento da interatividade entre consumidor e empresa.
Cada vez mais os consumidores estão mais interligados e formam mais opinião em relação a sua marca. Desta forma as opiniões de clientes e ex-clientes pesa cada vez mais quando da decisão de uma compra. As redes sociais representam uma área fértil de atuação do branding, pois nela as pessoas se identificam com determinadas marcas devido a compatibilidade de valores.
Os empresários devem ficar de olho na repercursão que sua marca está tendo com seus consumidores, se sua imagem está sendo bem trabalhada e se a empresa está tendo ações efetivas para melhorar seu relacionamento. Mais do que um bom relacionamento com os clientes o branding busca agregar mais valor a marca e consequêntemente trazer retorno financeiro. Quando temos um branding bem feito a experiência de compra dos consumidores flúi naturalmente sem que se faça necessário maiores esforços para a efetivação da venda.
Exitem sérios cuidados que devem ser tomados ao se trabalhar o branding, pois quando mal veiculado gera marketing reverso para a concorrência, que sem gastar nada é beneficiada.
O Brasil ainda não possui muitos investimentos em branding, porém pode-se citar casos de sucesso como: aple store (Nova Iorque), MM's store e Smirnoff com sua campanha be there.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Fusão como vantagem competitiva
As fusões são operações que visam unir empresas, sejam elas do mesmo setor ou uma nova fatia de mercado a ser explorada. Elas na maioria das vezes geram grande vantagem para a organização pois possibilitam a compradora uma abrangência maior de mercado e até mesmo diversificação do mix de produtos e serviços. Como tomada de decisão estratégica as fusões são frutíferas quando bem analisadas. Ultimamente as fusões têm ocorrido e vem agregando mais valor aos consumidores, em relação a facilidades: de localização, praticidade, operacionalidade, mix de produtos ou redução de custos operacionais.
Só no ano passado foram movimentados no país um montante de 100,4 bilhões de reais nesse tipo de operação, sendo que neste montante não está computado a fusão do Itaú com o Unibanco. Deste montante o mercado financeiro representa 35,7% destas transações. Como fator impulsionador a este volume pode-se citar a fusão da BM&F com a Bovespa. Tal transação veio a para fortalecer o mercado financeiro do Brasil em escala global e só contribuiu para o aumento nos índices de confiabilidade do risco brasil. Esta fusão veio em boa hora sendo que a mesma impediu que os impactos da crise economica mundial fossem mais fortes e, pelo contrário, até atraiu mais a atenção dos investidores internacionais ao nosso mercado.
A emblemática e conturbada fusão entre a Oi e a Brasil Telecom foi uma das grandes transações de 2008. Através de uma decisão um tanto ousada o presidente do BNDES liberou um empréstimo de 2,5bi para a realização desta operação que fez com que a Oi passase a maior operadora de telefonia móvel do país com 29,6% do mercado nacional. Esta fusão gerou grande alarte as outras operadoras que agora estão buscando a fidelização dos clientes.
No ano de 2009 estas transações recuaram em 41%, segundo relatório de PricewaterhouseCoopers, seguindo a precaução dos gestores que ainda se recuperam das turbulências do ano passado.
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