As fusões são operações que visam unir empresas, sejam elas do mesmo setor ou uma nova fatia de mercado a ser explorada. Elas na maioria das vezes geram grande vantagem para a organização pois possibilitam a compradora uma abrangência maior de mercado e até mesmo diversificação do mix de produtos e serviços. Como tomada de decisão estratégica as fusões são frutíferas quando bem analisadas. Ultimamente as fusões têm ocorrido e vem agregando mais valor aos consumidores, em relação a facilidades: de localização, praticidade, operacionalidade, mix de produtos ou redução de custos operacionais.
Só no ano passado foram movimentados no país um montante de 100,4 bilhões de reais nesse tipo de operação, sendo que neste montante não está computado a fusão do Itaú com o Unibanco. Deste montante o mercado financeiro representa 35,7% destas transações. Como fator impulsionador a este volume pode-se citar a fusão da BM&F com a Bovespa. Tal transação veio a para fortalecer o mercado financeiro do Brasil em escala global e só contribuiu para o aumento nos índices de confiabilidade do risco brasil. Esta fusão veio em boa hora sendo que a mesma impediu que os impactos da crise economica mundial fossem mais fortes e, pelo contrário, até atraiu mais a atenção dos investidores internacionais ao nosso mercado.
A emblemática e conturbada fusão entre a Oi e a Brasil Telecom foi uma das grandes transações de 2008. Através de uma decisão um tanto ousada o presidente do BNDES liberou um empréstimo de 2,5bi para a realização desta operação que fez com que a Oi passase a maior operadora de telefonia móvel do país com 29,6% do mercado nacional. Esta fusão gerou grande alarte as outras operadoras que agora estão buscando a fidelização dos clientes.
No ano de 2009 estas transações recuaram em 41%, segundo relatório de PricewaterhouseCoopers, seguindo a precaução dos gestores que ainda se recuperam das turbulências do ano passado.

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