quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Copa do Mundo de 2014 e o desenvolvimento do turismo em Mato Grosso

O anúncio de Cuiabá como uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 é resultado de muito trabalho e expectativas para os mato-grossenses. Tal evento trará a Cuiabá e ao estado grande progresso nos mais diversos segmentos. Dentre os setores que demandarão maior trabalho e tem um grande potencial a ser desenvolvido o turismo se destaca. O estado conta com grande variedade de fauna, flora, biomas e belezas naturais. Um dos mais conhecidos é o Pantanal, a Chapada dos Guimarães e a Amazônia, além de tantos outros destinos de igual beleza. Apesar de tantas riquezas naturais o setor de turismo não explora sua potencialidade, havendo grande movimentação, apenas, no turismo de negócios.
Uma série da fatores corrobrora para esses resultados. Como exemplo pode-se citar a pouca divulgação do turismo em âmbito nacional, a falta de boa estrutura hoteleira e o desenvolvimento de mão-de-oba qualificada para a prestação de serviços voltados ao turismo. A malha rodoviária do estado já interliga grande parte dos municípios com os pólos regionais e com a capital. Obras para ampliação e melhoria do aeroporto do estado já estão em andamento, oferecendo vôos para as demais capitais.
Programas de financiamento para desenvolver o turismo no Mato Grosso estão disponíveis. O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Regional do Turismo (PRODETUR) é oferecido pelo Bancom Interamericao de Desenvolvimento (BID) e intermediado pelo Ministério do Turismo, que disponibiliza apoio técnico. O fundo disponibiliza financiamentos de um bilhão de dólares e tem como foco municípios com mais de um milhão de habitantes.
Existem também outras linhas de crédito já oferecidas pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), que agora da maior ênfase ao turismo. O conhecido Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FCO) continua trabalhando com linhas de crédito já existentes.
Quanto à qualificação de mão-de-obra estão sendo oferecidos cursos (barmen, recepcionista, camareira, garçom e inglês) pela Agência da Copa (AGECOPA), criada especialmente para coordenar os trabalhos voltados para Copa de 2014, e empresas como SENAC e SEBRAE. Ademais, escolas técnicas como Centro Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (CEPROTEC) e Centro Federal de Educação e Tecnologia (CEFET) que formam técnicos especializados em turismo e ecoturismo.
O estado tem tudo para desenvolver bem este segmento, com este pontapé dado pela Copa do Mundo. Porém cabe aos empresário em parceiria com o poder público desenvolver ações estratégicas capazes de gerar um fluxo contínuo de turistas no Mato Grosso, enfatizando planos a médio e longo prazo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Certificação de origem

Durante o período em que a indústria estava no auge de seu desenvolvimento as empresas se preocupavam muito com a certificação de qualidade, de seus procedimentos e métodos. Com isso surgiram alguns tipos de certificação, o conhecido ISO, dava as empresas certificação de seus procedimentos. Nos dias de hoje a padronização de tais processos é uma premissa básica para toda e qualquer empresa, independente de seu ramo de atuação. O conceito de qualidade possui uma amplitura maior. Em tempos que o mundo esta voltado para as questões ambientais e começa a repensar práticas e valores de consumo a certificação foca na origem dos produtos e práticas sustentáveis de fabricação.
A princípio o selo de certificação era apenas uma exigência de países estrangeiros para permitir a exportação. Com isso um dos primeiros processos de certificação foi destinado a carne bovina. Com o desenvolvimento deste setor surgiu também o selo de gado orgânico que prima pela alimentação sem suplementação química e redução de estresse no manejo do gado. Apesar de ainda pequeno a carne bovina com certificação é disponível para consumo interno.
O selo orgânico advem da não utilização de insumos agricolas na preparação e manutenção da lavoura. Esta certificação é bem conhecida e também possui um bom mercado interno.
Um mercado ainda não muito explorado é dos produtos kasher. Comercializados para a comunidade judaica estes alimentos devem seguir normas rigidas para a obtenção de tal selo, que envolve preceitos religiosos desta comunidade. No país os produtos são disponibilizados em alguns estabelecimentos e a procura pelos mesmos tem aumentado. Além dos produtos comuns há também a procura por produtos específicos judaicos para a celebração de suas festas religiosas e datas comemorativas.
O selo verde é destinado a madeira, relacionada a sua origem. Mais recentemente foi lançado o selo verde para o ambiente digital e pratricas relacionadas ao mesmo.
O processo de certificação tem diferentes prazos, exigências e durações para cada tipo de selo que se pretende alcançar é necessário um estudo previo e se atentar as normatizações em seus diferentes ambitos. Ao escolher um tipo de certificação se escolhe trabalhar com um público alvo reduzido, porém o mesmo esta disposto a pagar um pouco mais por esta garantia. O consumo interno destes produtos vêm aumentando e a tendência é de expansão.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Vale a pena investir

O crescimento e desenvolvimento socioeconômico cria novas oportunidades, novas necessidades e um público consumidor diferenciado. Com setores do mercado em diferentes níveis de desenvolvimento por vezes torna-se difícil saber em qual deles investir. Pois ao mesmo tempo que um ramo em expansão representa bons ventos, não é garantia de sucesso. Uma visão deferenciada das necessidades e anceios dos consumidores pode fazer toda a diferença. Perceba que se atentar a necessidades diferentes pode ser um bom negócio.
Trabalhando em segmentos diferenciados, com número de consumidores limitado e produtos ou serviços específicos, muitos empresários têm se dado bem apostando em clientes dispostos a pagar um pouco mais caro por determinado produto. Este é o caso de várias empresas, investindo em segmento não tão explorados que se especializam e geram lucros. Existem alguns exemplos que podemos citar: vegetarianos, obesos, pessoas com pés grandes, aposentados, evangélicos, pessoas com a pele muito sensível, entre outros.
Serviços especiais para aposentados estão surgindo nas suas mais diveras formas. Desde os enfermeiros/acompanhantes para os idosos que necessitam de cuidados especiais ou moram sozinhos. Ou mesmo serviços voltados para a manutenção de uma vida saudável, tanto física quanto social, tendo em vista o crescimento da longevidade do brasileiro. Serviços de estética e fitness voltados a mulher ou ao homem também são um bom negócio.
O empresário Alison Flores se especializou em moda evangélica e a 19 anos criou a Grife Joyaly, com público cativo comemora o sucesso e os lucros de 2 milhões mensais, tendo suas clientes como principais vendedoras.
Analise as alternativas, veja com qual nicho de mercado se identifica mais e trilhe seu caminho rumo ao sucesso.