quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Brasil que empreende

O Brasil esta empreendendo cada vez mais, por ver no empreendedorismo uma forma de driblar a crise e criar melhores condições de vida. Apesar do empreendedorismo não ser apenas uma opção, mas sim uma necessidade para muitas famílias, o país é um dos que mais empreende no mundo. Esta mudança não advem apenas de incentivos governamentais e de instituições voltadas ao desenvovimento empresarial, mas sim a uma mudança na visão do brasileiro. Os recursos provenientes de auxílios governamentais estão sendo utilizados para gerar renda, por meio de atividades informais, os beneficiários buscam oportunidades explorando as necessidades do merado. Dados obtidos em pesquisa com empreendedores das classes C e D mostram que 31% deles empreendem por não ter consegido trabalho, 18% para complementar a renda familiar e 16 % para ter independência finaceira. A busca por melhoria na qualidade de vida da impulso a esses novos empreendedores
A mortalidade das empresas diminuiu, a pesquisa mostra que a sobrevivência das empresas no primeiro ano de existência subiu de 52% em 2002 para 78% em 2009. Estes dados são animadores e possibilitam aos futuros ampreendedores ânimo para começar seus próprio negócio e demostra também que estes empreendedores estão buscando auxílio e informações para monitorar e aprimorar seus negócios. Uma das dicas dos entrevistados é se atentar as necessidades do mercado e buscar trabalhar em um ramo no qual já possua experiência. Uma das grandes barreiras para a criação de novas empresas é o acesso a crédito os empreendedores das classes C e D buscam utilizar os créditos disponíveis a pessoa física, cartões e o limite da conta corrente.
Algumas dicas para começar a empreender:
- Preste atenção as necessidades;
- Cuidado com o dinheiro emprestado;
- Seja flexivel;
- Busque firmar parcerias com pessoas que possam te ajudar;
- Guarde recursos para momentos complicados;
- Maximize o uso do dinheiro;
- Busque valor no que conhece.
A busca por informações é extremamente importante para o início de um negócio de sucesso. A adesão a lei geral por muitos municípios vem facilitando a vida de que quer empreender. Algumas prefeituras e bancos criam fundos especiais para as pessoas que pretendem abrir ou ampliar seu próprio negócio. Busque informações e empreenda em 2010!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Novos hábitos de consumo

Nos últimos cinco anos ocorreram mudanças econômicas e sociais que fizeram com que o padrão e os hábitos de consumo dos brasileiros mudassem. Existem vários fatores que fatores que impulsionaram essa mudança. O aumento da renda familiar de R$974,00 em 2005 para R$ 1.162,00 em 2008. O Aumento da longevidade de vida, que atualmente é de 72,4 anos no Brasil. O número de pessoas com acesso a internet que já ultrapassou 41 milhões de brasileiros e o acesso ao ensino superior que vem aumentando. O acesso a linhas de celular é de 78,47 por 100 habitentes enquanto o de telefones fixos é de 21,43 por 100 habitantes, o que mostra uma nítida mudança nos hábitos do consumidor.
Todas essas mudanças geram um consumidor que é muito mais informado e ligado as questões mundiais. A preocupação com o bem estar do planeta gera um reflexo na hora da escolha de um produto ou marca a ser comprada. O intercâmbio de informações entre consumidores é cada vez maior e isso gera um conhecimento mais apurado acerca dos produtos e valores das empresas. A busca por alimentos mais saudáveis e a qualidade de vida é maior. As pessoas não busca mais apenas viver, mas agregar qualidade a vida, buscando a redução dos níveis de estresse.
Uma mudança no pensamento dos clientes deve refletir na adequação da empresa a tal realidade. Sendo assim pode-se levantar quatro aspectos fundamentais para serem internalizados as organizações.
1º Preocupação com a qualidade e origem dos produtos - os consumidores buscam consumir alimentos naturais, livres de conservantes, agrotóxicos e com sua origem comprovada. Preferencialemte este produto deve ser oriundo da mesma região na qual será consumido.
2º Interligação de informação - a comunicação com os clientes por meio de mídias deve buscar agregar mais valor ao cliente fazendo com que se identifique com sua marca, tornando-se fiel de uma forma natural.
3º Consumo consiente - a fabricação de embalagens biodegradáveis, reutilização de água, diminição de resíduos, economia de energia e práticas sustentáveis de produção são cada vez mais valorizados.
4º Compromisso e transparência - os clientes devem perceber uma coerencia entre a fala e as atitudes tomadas pela empresa. Em um mundo digital e altamente conectado todos estão de olho neste aspecto monitorando o andamento das ações e práticas sociais das empresas. A falsa sustentabilidade só trará transtornos a empresa.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Novos Carros Populares

A redução do IPI pelo Governo Federal veio como uma medida ante crise para o setor automobilístico que, no país, está em franca acenssão. O setor apresentou crescimento em relação ao ano passado e além disso começou a estimular um outro tipo de consumo. Pesquisa mostrou que em média os brasileiros gastam 37 mil reais na troca de seus veículos. Com isso mercado começou a inserir artigos de luxo em carros populares. Hoje em dia não é estranho ver carros populares com acessórios jamais pensados antes como câmbio automático, controles no volante, entre tantos outros.
De uma forma geral tais acessórios buscam trazer mais conforto aos consumidores e também a censação de liberdade do off-road. As montadoras tem investido fortemente neste setor e seus lançamentos são a prova disso. A Volkwagen lançou recentemente a nova versão do FOX (http://www.volksvagen.com.br/) em que aposta no sucesso deste acessório. O Chevrolet lançou o Agile como o carro da montadora para 2010 que também conta com esses acessórios (http://www.chevrolet.com.br/). Já a Fiat remodelou a picape Strada que ganho uma versão com cabine dupla (http://www.fiat.com.br/). Já a Ford segue com o lançamento da nova Ford Ranger que esta no mercado já a alguns anos (http://www.ford.com.br/).
Os resultados desses lançamentos ainda não tem seu resultado apurado pela FENANBRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Mas todas essas mudanças são um reflexo do aumento do poder aquisitivo dos consumidores que podem gastar mais na aquisição de bens de consumo.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Cartão Fidelidade

Em cenários dinâmicos e competitivos as empresas buscam fidelizar seus clientes tendo em vista que essas medidas são cada vez mais importantes. Nesta busca as empresas lançaram cartões de fidelidade que geram benefícios aos seus clientes. Em deferentes níveis de tecnologia o que as empresas fazem é basicamente a mesma coisas. Desde os cartões magneticos que acumulam milhas de viagens ou mesmo cartões com selos, no estilo compre 10 e ganhe 1.
Em uma linha mais comtemporânea de cartão fidelidade o Multiplus surge agregando vantegens em diversos segmentos. Ele vem para romper a abordage tradicional dos outros cartões de fidelidade. Outras parcerias devem ser firmadas para aumentar as vantagens dos seus usuários.
Mas será que eles captaram a essência do cliente? O que realmente importa para eles? De certa forma a fidelização de clientes quando tratada de forma isolada, pode ser considerada como utopia. Em uma situação não controlável um consumidor não se deslocará para adquirir determinado produto o qual está disponível mais perto de sua casa. As organizações tem que buscar outras formas de se diferenciar no mercado e cativar o cliente. repensando seus relacionamentos e formas de contato com os clientes.