A prevenção de perdas é um setor muito importante em supermercados e em grandes varejistas. Ela surgiu para evitar pequenos furtos e “salvar” o dinheiro da empresa. Ao longo dos anos já ouvimos diversas casos sobre a prevenção de perdas e seus clientes, alguns mais brandos e outros muitas vezes trágicos.
Essa semana estava fazendo compras em um dos grandes supermercadistas que atuam no Brasil e presenciei uma cena trágica, e também incompreensível, para que estava passando por um corre dor em direção ao banheiro. A cena é a seguinte: uma consumidora está sentada, aos prantos, em uma cadeira. A sua frente temos um pacote de bacalhau, e duas outras peças de carne embaladas à vácuo. Além dessa mesa no outro lado de um corredor, com aproximadamente 2 metros de largura, se encontrar dois funcionários e um supervisor. Enquanto a mulher chora dizendo não ter feito nada. O supervisor fala, de maneira hostil, que ela não deve ter coração para ter feito o que fez.
Sem dramatizar muito e nem especular o que de fato estava acontecendo a questão principal é: como a prevenção de perdas está tratando os consumidores. Este local era caminho para uma escada que dava acesso aos banheiros e a parte administrativa do supermercado. Ou seja, além de mim muitas outras pessoas podiam ter presenciado essa cena.
Isso repercute negativamente para os consumidores que presenciaram essa desagradável cena e também para a imagem do supermercado. Outro fator é que o caráter humano não foi levado em consideração, pois não havia a necessidade de tamanha exposição. Repensar a forma como trabalhar assuntos delicados na empresa e que necessitam de mais cuidados é necessário.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
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