segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tempo de Mudar

A mudança é uma coisa que incomoda a todas as pessoas independentemente de qual seja ela. Nós seres humanos fomos criados e aprendemos várias coisas por através da repetição; por meio dela nos acostumamos a viver. Porém a mudança é necessária à sobre vivência das organizações em mercados tão competitivos e mutáveis como os atuais.
Esta mudança muitas vezes parece difícil de se ter um motivo, pois, por convivermos no ambiente organizacional, não estamos acostumados a sermos tão críticos e percebermos determinadas falhas. Estas falhas, que as vezes, podem ser pequenas aos nossos olhos podem ser justamente as causadoras do insucesso de nossas empresas. Desta forma se faz necessário estarmos antenados com as atitudes da concorrência e alterações no comportamento de nosso consumidor.
Como exemplo de visão futurista podemos citar o caso da OI, operadora de celular móvel, que foi a primeira a vender aparelhos desbloqueados dando uma maior liberdade de escolha ao seus clientes.
É evidente que quando da implantação de determinada mudança se faz necessário um bom jogo de sintura, uma vez que assim como os gestores os funcionário têm uma grande resistência a ela. Sendo assim exitem algumas dica importantes para a aplicação de uma mudança bem sucedida:
- todos da organização ou setor devem estar cientes da necessidade de mudança;
- os gestores devem deixar claro os objetivos de tal implantação e os benefícios que a mesma irá trazer tanto aos funcionários, como à empresa;
- caso seja necessário deve ser feito um treinamento para a adequação;
- se deve buscar trabalhar com lideranças internas paralelamente a implantação de mudanças.
Fazer uma boa análise do cenário e definir estretégias claras são passos fundamentais para que as mudanças não tragam apenas transtorno edesconfiança, seja para os funcionáros com para os clientes.
Trablhando ainda no setor de telefonia móvel creio que ele já precise de mais outra mudança. Porque após a conquista da portabilidade as operadoras só têm falado em bônus para serem gastos na mesma operadora ou para telefones fixos. Mas onde está a liberdade de uso dos créditos? Cabe as operadoras pensarem sobre esse assunto.

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