quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Brasil que empreende

O Brasil esta empreendendo cada vez mais, por ver no empreendedorismo uma forma de driblar a crise e criar melhores condições de vida. Apesar do empreendedorismo não ser apenas uma opção, mas sim uma necessidade para muitas famílias, o país é um dos que mais empreende no mundo. Esta mudança não advem apenas de incentivos governamentais e de instituições voltadas ao desenvovimento empresarial, mas sim a uma mudança na visão do brasileiro. Os recursos provenientes de auxílios governamentais estão sendo utilizados para gerar renda, por meio de atividades informais, os beneficiários buscam oportunidades explorando as necessidades do merado. Dados obtidos em pesquisa com empreendedores das classes C e D mostram que 31% deles empreendem por não ter consegido trabalho, 18% para complementar a renda familiar e 16 % para ter independência finaceira. A busca por melhoria na qualidade de vida da impulso a esses novos empreendedores
A mortalidade das empresas diminuiu, a pesquisa mostra que a sobrevivência das empresas no primeiro ano de existência subiu de 52% em 2002 para 78% em 2009. Estes dados são animadores e possibilitam aos futuros ampreendedores ânimo para começar seus próprio negócio e demostra também que estes empreendedores estão buscando auxílio e informações para monitorar e aprimorar seus negócios. Uma das dicas dos entrevistados é se atentar as necessidades do mercado e buscar trabalhar em um ramo no qual já possua experiência. Uma das grandes barreiras para a criação de novas empresas é o acesso a crédito os empreendedores das classes C e D buscam utilizar os créditos disponíveis a pessoa física, cartões e o limite da conta corrente.
Algumas dicas para começar a empreender:
- Preste atenção as necessidades;
- Cuidado com o dinheiro emprestado;
- Seja flexivel;
- Busque firmar parcerias com pessoas que possam te ajudar;
- Guarde recursos para momentos complicados;
- Maximize o uso do dinheiro;
- Busque valor no que conhece.
A busca por informações é extremamente importante para o início de um negócio de sucesso. A adesão a lei geral por muitos municípios vem facilitando a vida de que quer empreender. Algumas prefeituras e bancos criam fundos especiais para as pessoas que pretendem abrir ou ampliar seu próprio negócio. Busque informações e empreenda em 2010!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Novos hábitos de consumo

Nos últimos cinco anos ocorreram mudanças econômicas e sociais que fizeram com que o padrão e os hábitos de consumo dos brasileiros mudassem. Existem vários fatores que fatores que impulsionaram essa mudança. O aumento da renda familiar de R$974,00 em 2005 para R$ 1.162,00 em 2008. O Aumento da longevidade de vida, que atualmente é de 72,4 anos no Brasil. O número de pessoas com acesso a internet que já ultrapassou 41 milhões de brasileiros e o acesso ao ensino superior que vem aumentando. O acesso a linhas de celular é de 78,47 por 100 habitentes enquanto o de telefones fixos é de 21,43 por 100 habitantes, o que mostra uma nítida mudança nos hábitos do consumidor.
Todas essas mudanças geram um consumidor que é muito mais informado e ligado as questões mundiais. A preocupação com o bem estar do planeta gera um reflexo na hora da escolha de um produto ou marca a ser comprada. O intercâmbio de informações entre consumidores é cada vez maior e isso gera um conhecimento mais apurado acerca dos produtos e valores das empresas. A busca por alimentos mais saudáveis e a qualidade de vida é maior. As pessoas não busca mais apenas viver, mas agregar qualidade a vida, buscando a redução dos níveis de estresse.
Uma mudança no pensamento dos clientes deve refletir na adequação da empresa a tal realidade. Sendo assim pode-se levantar quatro aspectos fundamentais para serem internalizados as organizações.
1º Preocupação com a qualidade e origem dos produtos - os consumidores buscam consumir alimentos naturais, livres de conservantes, agrotóxicos e com sua origem comprovada. Preferencialemte este produto deve ser oriundo da mesma região na qual será consumido.
2º Interligação de informação - a comunicação com os clientes por meio de mídias deve buscar agregar mais valor ao cliente fazendo com que se identifique com sua marca, tornando-se fiel de uma forma natural.
3º Consumo consiente - a fabricação de embalagens biodegradáveis, reutilização de água, diminição de resíduos, economia de energia e práticas sustentáveis de produção são cada vez mais valorizados.
4º Compromisso e transparência - os clientes devem perceber uma coerencia entre a fala e as atitudes tomadas pela empresa. Em um mundo digital e altamente conectado todos estão de olho neste aspecto monitorando o andamento das ações e práticas sociais das empresas. A falsa sustentabilidade só trará transtornos a empresa.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Novos Carros Populares

A redução do IPI pelo Governo Federal veio como uma medida ante crise para o setor automobilístico que, no país, está em franca acenssão. O setor apresentou crescimento em relação ao ano passado e além disso começou a estimular um outro tipo de consumo. Pesquisa mostrou que em média os brasileiros gastam 37 mil reais na troca de seus veículos. Com isso mercado começou a inserir artigos de luxo em carros populares. Hoje em dia não é estranho ver carros populares com acessórios jamais pensados antes como câmbio automático, controles no volante, entre tantos outros.
De uma forma geral tais acessórios buscam trazer mais conforto aos consumidores e também a censação de liberdade do off-road. As montadoras tem investido fortemente neste setor e seus lançamentos são a prova disso. A Volkwagen lançou recentemente a nova versão do FOX (http://www.volksvagen.com.br/) em que aposta no sucesso deste acessório. O Chevrolet lançou o Agile como o carro da montadora para 2010 que também conta com esses acessórios (http://www.chevrolet.com.br/). Já a Fiat remodelou a picape Strada que ganho uma versão com cabine dupla (http://www.fiat.com.br/). Já a Ford segue com o lançamento da nova Ford Ranger que esta no mercado já a alguns anos (http://www.ford.com.br/).
Os resultados desses lançamentos ainda não tem seu resultado apurado pela FENANBRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Mas todas essas mudanças são um reflexo do aumento do poder aquisitivo dos consumidores que podem gastar mais na aquisição de bens de consumo.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Cartão Fidelidade

Em cenários dinâmicos e competitivos as empresas buscam fidelizar seus clientes tendo em vista que essas medidas são cada vez mais importantes. Nesta busca as empresas lançaram cartões de fidelidade que geram benefícios aos seus clientes. Em deferentes níveis de tecnologia o que as empresas fazem é basicamente a mesma coisas. Desde os cartões magneticos que acumulam milhas de viagens ou mesmo cartões com selos, no estilo compre 10 e ganhe 1.
Em uma linha mais comtemporânea de cartão fidelidade o Multiplus surge agregando vantegens em diversos segmentos. Ele vem para romper a abordage tradicional dos outros cartões de fidelidade. Outras parcerias devem ser firmadas para aumentar as vantagens dos seus usuários.
Mas será que eles captaram a essência do cliente? O que realmente importa para eles? De certa forma a fidelização de clientes quando tratada de forma isolada, pode ser considerada como utopia. Em uma situação não controlável um consumidor não se deslocará para adquirir determinado produto o qual está disponível mais perto de sua casa. As organizações tem que buscar outras formas de se diferenciar no mercado e cativar o cliente. repensando seus relacionamentos e formas de contato com os clientes.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Inovação

Inovar é cada vez mais necessário e também um grande desafio. Existem várias formas de se inovar nos mais diversos tipos de atividade. As inovações podem ser de tecnologia, pocesso, layout, entre outros.
Pelo empreendedorismo ser umas das grandes saídas para o desenvolvimento economico mundial, existem alguns parceiros que estimulam as empresas a inovar como o SEBRAE. Em uma iniciativa do SEBRAE-SP foi lançado o livro "99 Soluções Inovadoras", que procurou em todo estado empresas que tivesse uma raiz inovadora. O livro tras casos de várias empresas que tiveram uma atitude diferente para solucionar seus problemas. No livro são citadas algumas empresas que passaram por processos de incubação em seu início ou desenvolvimento, gerando vantagens para elas.
As mpidias sociais não devem ser esquecidas neste processo que prermeia pelas mais diferentes vertentes. Este vídeo mostra uma forma de inovação em um mercado bastante explorado Social Midia (www.youtube.com/watch?v=k3VMfbIm-Xo).

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Redução da Inadimplência

No dia de Santa Edwirges, a santa dos endividados, o SERASA dá uma boa notícia. O mês de agosto teve uma redução de 5,1% na taxa de inadimplência, sendo a maior queda registrada desde maio. Este resultado representa uma reflexo positivo da recuperação econômica.
No Mato Grosso o mês de agosto fechou com um saldo positivo na geração de empregos e crescimento das vendas no setor varejista. Esforços como o desenvolvimento de bons cadastros e participação de feiras e eventos são de fundamental importância para recuperação do setor. Os projetos de Competitividade e o 2º Congresso do Super Varejo (15 e 16/10 no Centro de Eventos Pantanal - Cuiaba) pelo SEBRAE/MT favorecem o reestabelecimento do setor.
Apesar dos resultados positivos não há muito o que comemorar, pois no acumulado do ano houve um acrescimo de 9,5%. O fim de ano vem ai para aquecer mais as vendas e preferncialmente reduzir a inadimplência.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Gargalos produtivos no varejo

O uso do termo gargalos é amplamente difundido no setor industrial e ganhou bastante importância neste segmento, pois visa a maximização dos lucros e da capacidade produtiva dos recursos empregados. Vale ressaltar que os gargalos estão presentes em toda e qualquer organização empresarial, como um freio de bons resultados. Porque então que a prática da mensuração de gargalos no setor varejista não é pratica comum?
Uma possível resposta a esta pergunta é que os mecanismos de controle dentro deste setor não são aplicados em massa, principalmente quando falamos de Pequenas e Micros Empresas (PME's), que ainda são gerenciadas familiarmente, abrindo mão dos mecanismos de gestão propostos pela administração.
A principal tarefa para que se inicie um controle dos gargalos parte do presuposto de compreender a interdependência departamental, ou seja, os resultados de um departamento refletirão possivelmente ou negativamente no setor da Recursos Humanos, por exemplo. Sendo assim há uma agregação de valor ao longo do fluxo de materiais e pessoas dentro da organização. O modelo proposto por POTER, mostra muito bem esta relação, sendo que as perdas de um departamento influenciam nos resultados da organização como um todo.
O primeiro passo é descobrir qual gargalo esta dificultando a obtenção de melhores resultados ou poderia gerar resultados mais eficazes, os gargalos da empresa. Neste aspecto a contabilidade divisional facilita a compreenção e identificação de qual departamento esta sendo mais rentável, a partir do momento que é capaz de mensurar esses resultados. O segundo passo é direcionar os esforço para que este gargalo seja suprido. Depois deve-se mobilizar todos os esforços para o bom resultados deste gargalo. As eficiências do gargalo devem ser aumentadas e depois deve-se reavaliar as divisões da organização.
Com estes esforços direcionados para a maximização da produtividade da empresa a busca pela implantação de uma política adequada aos departamentos é fundamental, mas a revisão e atualização das mesmas deve ser constante, uma vez que os cenários estão em constante mudança. É evidente que haverão ocilações nas vendas conforme as características de cada período, porém a redução das flutuações estatíticas no departamento de vendas é possível com o controle dos gargalos produtivos.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Branding

Um termo ainda novo no Brasil, mas uma grande tendência do marketing. O branding nada mais é do que a gestão da imagem da marca, ou seja, o que o seus clientes pensam, agem e como se comportam em relação a sua marca. Esse tipo de gestão faz uma varredura em todas as formas de comunicação que sua empresa possa estabelecer com os clientes buscando uma melhoria de seu conceito e aumento da interatividade entre consumidor e empresa.
Cada vez mais os consumidores estão mais interligados e formam mais opinião em relação a sua marca. Desta forma as opiniões de clientes e ex-clientes pesa cada vez mais quando da decisão de uma compra. As redes sociais representam uma área fértil de atuação do branding, pois nela as pessoas se identificam com determinadas marcas devido a compatibilidade de valores.
Os empresários devem ficar de olho na repercursão que sua marca está tendo com seus consumidores, se sua imagem está sendo bem trabalhada e se a empresa está tendo ações efetivas para melhorar seu relacionamento. Mais do que um bom relacionamento com os clientes o branding busca agregar mais valor a marca e consequêntemente trazer retorno financeiro. Quando temos um branding bem feito a experiência de compra dos consumidores flúi naturalmente sem que se faça necessário maiores esforços para a efetivação da venda.
Exitem sérios cuidados que devem ser tomados ao se trabalhar o branding, pois quando mal veiculado gera marketing reverso para a concorrência, que sem gastar nada é beneficiada.
O Brasil ainda não possui muitos investimentos em branding, porém pode-se citar casos de sucesso como: aple store (Nova Iorque), MM's store e Smirnoff com sua campanha be there.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Fusão como vantagem competitiva

As fusões são operações que visam unir empresas, sejam elas do mesmo setor ou uma nova fatia de mercado a ser explorada. Elas na maioria das vezes geram grande vantagem para a organização pois possibilitam a compradora uma abrangência maior de mercado e até mesmo diversificação do mix de produtos e serviços. Como tomada de decisão estratégica as fusões são frutíferas quando bem analisadas. Ultimamente as fusões têm ocorrido e vem agregando mais valor aos consumidores, em relação a facilidades: de localização, praticidade, operacionalidade, mix de produtos ou redução de custos operacionais.
Só no ano passado foram movimentados no país um montante de 100,4 bilhões de reais nesse tipo de operação, sendo que neste montante não está computado a fusão do Itaú com o Unibanco. Deste montante o mercado financeiro representa 35,7% destas transações. Como fator impulsionador a este volume pode-se citar a fusão da BM&F com a Bovespa. Tal transação veio a para fortalecer o mercado financeiro do Brasil em escala global e só contribuiu para o aumento nos índices de confiabilidade do risco brasil. Esta fusão veio em boa hora sendo que a mesma impediu que os impactos da crise economica mundial fossem mais fortes e, pelo contrário, até atraiu mais a atenção dos investidores internacionais ao nosso mercado.
A emblemática e conturbada fusão entre a Oi e a Brasil Telecom foi uma das grandes transações de 2008. Através de uma decisão um tanto ousada o presidente do BNDES liberou um empréstimo de 2,5bi para a realização desta operação que fez com que a Oi passase a maior operadora de telefonia móvel do país com 29,6% do mercado nacional. Esta fusão gerou grande alarte as outras operadoras que agora estão buscando a fidelização dos clientes.
No ano de 2009 estas transações recuaram em 41%, segundo relatório de PricewaterhouseCoopers, seguindo a precaução dos gestores que ainda se recuperam das turbulências do ano passado.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Tempo de Mudar

A mudança é uma coisa que incomoda a todas as pessoas independentemente de qual seja ela. Nós seres humanos fomos criados e aprendemos várias coisas por através da repetição; por meio dela nos acostumamos a viver. Porém a mudança é necessária à sobre vivência das organizações em mercados tão competitivos e mutáveis como os atuais.
Esta mudança muitas vezes parece difícil de se ter um motivo, pois, por convivermos no ambiente organizacional, não estamos acostumados a sermos tão críticos e percebermos determinadas falhas. Estas falhas, que as vezes, podem ser pequenas aos nossos olhos podem ser justamente as causadoras do insucesso de nossas empresas. Desta forma se faz necessário estarmos antenados com as atitudes da concorrência e alterações no comportamento de nosso consumidor.
Como exemplo de visão futurista podemos citar o caso da OI, operadora de celular móvel, que foi a primeira a vender aparelhos desbloqueados dando uma maior liberdade de escolha ao seus clientes.
É evidente que quando da implantação de determinada mudança se faz necessário um bom jogo de sintura, uma vez que assim como os gestores os funcionário têm uma grande resistência a ela. Sendo assim exitem algumas dica importantes para a aplicação de uma mudança bem sucedida:
- todos da organização ou setor devem estar cientes da necessidade de mudança;
- os gestores devem deixar claro os objetivos de tal implantação e os benefícios que a mesma irá trazer tanto aos funcionários, como à empresa;
- caso seja necessário deve ser feito um treinamento para a adequação;
- se deve buscar trabalhar com lideranças internas paralelamente a implantação de mudanças.
Fazer uma boa análise do cenário e definir estretégias claras são passos fundamentais para que as mudanças não tragam apenas transtorno edesconfiança, seja para os funcionáros com para os clientes.
Trablhando ainda no setor de telefonia móvel creio que ele já precise de mais outra mudança. Porque após a conquista da portabilidade as operadoras só têm falado em bônus para serem gastos na mesma operadora ou para telefones fixos. Mas onde está a liberdade de uso dos créditos? Cabe as operadoras pensarem sobre esse assunto.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Profissões do futuro

Com várias mudanças nos hábitos de vida e de consumo da sociedade estamos em momentos de várias mudanças na prestação de serviços. Alguns tipos antigos de prestação de serviço estão caindo no esquecimento ao contrário de outras novas oportunidades. Este é o momento de analisarmos cenários e projetarmos novas perspectivas.
Existem vários setores que estão em acessão e o que podemos observar facilmente é que a personalização dos serviços é uma forte tendência. Têm-se cada vez mais menos tempos para se fazer as coisas e apesar do grande número, e sucesso, dos sites de relacionamento as amizades no off-line estão se reduzindo. Cantando a bola arrisco alguns pitacos:
- Centro de convivência;
- Gestão de aposentados;
- Gestor de relacionamentos;
- Gerenciador de informações visuais;
- Consultor de imagem;
- E-business especialist.
Fique atento e não perca as oportunidades.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Descrição dos serviços

As empresas devem se atentar para algo, que muitas vezes é esquecido, a especificação do produto ou serviço ofertado. Este quesito é muito importante e é levado em conta por muitos clientes. Até mesmo porque tal descrição deve ser condizente com a confiabilidade que sua empresa pretende passar aos seus usuários.
Uma vez que essa confiança é rompida dificilmente será possível trazer o cliente a sua empresa novamente. A confiança na atualidade representa um dos fatores mais importantes nas organizações, pois ela é capaz de diferenciar uma empresa da outra. Ao ser fiel com o cliente prezando pela qualidade, segurança e eficiência cria-se uma identificação entre cliente-empresa que quando mantida se perpetuará por vários anos.
Por meio de uma correta descrição do serviço e confiança na sua prestação de serviço a empresa "Pra quê marido" tê se destacado na prestação de reparos domésticos. Apesar de cobrarem um preço de R$20,00 reais a hora trabalhada, mais gastos com a compra de peças, ele garante seus serviços. O fundador da empresa morou por vários anos na Espanha e relatou que lá, caso o cliente não se sinta insatisfeito com o serviço prestado, ele não paga pelo mesmo. A busca pela redução de falhas e o aumento da confiabilidade de nossa marca deve ser constante e precisam passar por uma boa descrição para alcançar tal patamar.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Conectividade

Conectividade é uma palavra que faz parte do nosso dia-a-dia. Ao checar o e-mail , acessar sites de relacionamento, fazer contatos com fornecedores e clientes. O brasileiro apesar de não usar muito a internet no celular já representa um dos países mais conectados do mundo. Em média se passa 24 horas on-line por mês. A rede de relacionamentos twitter, apesar de ser nova no país, já apresenta um crescimento significativo. A cidade de São Paulo está em 4º lugar no ranking mundual de twitteiros.
A conectividade é um coisa tão importante que iniciativas públicas de democratização do acesso a internet vêem sendo tomadas. Mais recentemente uma cidade no interior do Pará, em Pitangueiras, disponibilizou o sinal wifi para todo município. Tal iniciativa visa o acesso a uma infinidade de informações veiculadas pela rede. No país não podemos mais dizer que a internet é só para as classes mais favorecidas da sociedade. Ela está se difundindo mais entre as classes C e D, sendo que 45% das compras on-line são feitas por pessoas com renda famíliar de até R$3.000,00 reais ao mês.
Esta rede deve ser explorada pelos gestoras para se aproximar mais dos clientes, fazer propaganda de seus produtos e serviços e comercializá-los. A interner é uma excelente rede para se estabelecer contato direto com seus cliente: conhecê-lo melhor, saber suas necessidade e agregar mais valor a este relacionamento, pois nos permite uma rápida resposta. Desta forma devemos nos conectar rapidamente para não perdermos tais oportunidades.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mídias alternativas

Com desenvolvimento da tecnologia e a agilidade das informações os consumidores passaram a ter uma nova visão sobre o marketing off-liine, ou canais tradicionais de veiculação, criando uma geração de clientes mais exigentes e informados sobre o seu produtos e o de seus concorrentes. Para sobreviver na atualidade a empresa deve estabelecer uma relação de confiança com o cliente de forma a agregar mais valor ao produto e a marca. A diferenciação por preços é cada vez mais insuficiente e incapaz de gerar diferenciação competitiva.
As empresas devem buscar formas alternativas de comunicação com o consumidor, estabelecendo uma relação mais próxima, e com isso as redes sociais ganham força. Pois elas proporcionam um canal de comunicação direta e aberta com o consumidor e quando bem explorada fornece varias informações à empresa sobre os seus produtos na visão do cliente e necessidades de mudanças para a otimização de resultados.
Como estratégia de reposicionamento da marca podemos citar o caso da TIM que vêem veiculando sua imagem atrelada ao grupo The blue man group.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Acessibilidade

A acessibilidade é um assunto que esta sendo muito veiculado na sociedade. Ela trata livre acesso de cidadãos a qualquer local, seja ele público ou privado, tendo seus direitos ao trânsito livre realizado.
Hoje pela manhã fui a uma agência dos correios e um surdo mudo estava sendo atendido por um dos funcionários e só então parei para pensar nos problemas que tais pessoas têm para serem atendidos. Até que nossas empresas estão preparadas para atender a pessoas portadoras de necessidades especiais?
Este questionamento se faz necessário, pois atender a pessoas com tais necessidades é algo mais difícil e exige adequações pontuais. Os treinamentos que são realizados nas empresas visam apenas o atendimento de pessoas que não portam nenhuma necessidade. Dificilmente se encontra uma empresa que seja adaptada a deficientes visuais, por exemplo. Porém é algo cada vez mais necessário para o desenvolvimento dos empreendimentos.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Marketing de Relacionamento - um desafio aos pequenos varejistas

O marketing de relacionamento é uma ferramenta que busca maior integração entre a empresa e seu cliente. Ela visa o relacionamento a longo prazo, criando assim laços mais fortes entre a empresa a seus clientes em suas relações comerciais. Esta ferramenta pode ser usada na prestação de serviços, venda de produtos acabado, na cadeia produtiva ou no relacionamento com fornecedores.
Desta forma o marketing deve desenvolver ações que sejam de valia tanto para a empresa quanto para o seu cliente. Neste ponto o pós-vendas surge para atender a uma carência que as organizações vêem enfrentando em suas relações com clientes. O pós-vendas é uma forma aplicar o marketing de relacionamento de forma eficiente. Tal política hoje desperta a atenção dos gestores de todo mundo, porque a diferenciação por preços é cada vez menor, devido aos altos níveis de competitividade do mercado. Por isso é cada vez mais necessária a implantação de um pós-vendas eficiente que permita traçar um perfil do cliente, conhecer suas necessidades e prever seus anseios.
Dentro desta ótica o pequeno varejista se encontra em meio a um verdadeiro desafio, pois o seu consumidor está cada vez mais exigente e não aceita mais a antiga forma de tratamento do cliente, em que todos são tratados como massa e não há nenhum tipo de diferenciação. Ele necessita de atenção e criação de filtros pelo sistema. Criar um bom banco de dados, rico em informações sobre o cliente e capaz de monitorar suas compras, será o primeiro passo de um plano bem sucedido.
Segue a baixo um estudo realizado na empresa W Confecções
Para analisar a produtividade do pós-vendas do W Confecções é preciso perguntar aos clientes qual é a percepção deles sobre este setor da empresa. Para tal foram feitas entrevistas com trinta clientes que fizeram compras na loja durante o mês de março. Dos clientes selecionados metade deles são cadastrados e o restante não cadastrados. Podemos entender como clientes não cadastrados aqueles que fizeram compras a vista ou pagaram com o cartão. Através destas entrevistas será possível analisar a percepção dos clientes sobre produtividade do pós-vendas percebido por eles.
Essas entrevistas foram, realizadas via telefone entre os dias 01/04 a 14/05.
Como uma prática corrente o W Confecções estabeleceu que o serviço de pós-vendas deve ser feito dez dias após a compra do cliente. Sendo assim este prazo foi estabelecido como mínimo para que a empresa entre em contato com os clientes, quanto antes esse contato seja feito, melhores serão os resultado obtidos. Este serviço é executados pela vendedora que atendeu o cliente.
Sendo assim pode-se analisar que a produtividade deste setor não está muito boa. Tendo em vista que dos trinta clientes entrevistados apenas nove, ou 30%, receberam de fato algum tipo de contato que possa vir a caracterizar o pós-vendas. Desta forma podemos perceber alguma que há alguma falha ocorrida durante este processo, pois já haviam passado quatorze dias ou mais da data da compra do cliente entrevistado, ou seja, o contato da vendedora com o cliente já deveria ter sido estabelecido.
Isso é ainda mais prejudicial quando se busca a fidelização do cliente, que é uma das principais funções do pós-vendas. Como dito anteriormente um serviço que é recebido apenas uma vez, não pode se caracterizar como uma política.
Entenda aqui que a caracterização do pós-vendas pode se referir a: informações sobre a chegada de novos produtos, ligação para da parabéns pelo aniversário, verificar a satisfação com a mercadoria comprada, informar a chegada do produto procurado e/ou convidá-lo a vir a loja.
Desta forma pode-se concluir que medidas para o aumento da produtividade de tal setor são necessárias. Visando a sua potencializasão devem ser feitas mudanças estruturais para que tal serviço venha de fato a gerar um diferencial competitivo, frente às demais empresas do ramo de varejo de tecidos, confecções de roupas feitas, roupa de cama.

domingo, 26 de julho de 2009

Recomendação

Existem vários sites bons na internet que tratam sobre empreendedorismo. Mas o www.endeavor.org.br veicula em sua página palestrar e matérias com grandes administradores e que através de um simples cadastro podem estar ao seu alcance!
Vale a pena conferir e navegar a vontade.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Diesel de cana-de-açucar

Na busca de fontes de energia limpas e sustentáveis a empresa Amyris, da Califórnia, desenvolveu uma forma de fermentação a partir da cana-de-açucar que permite a produção de diesel, Em parceria com o grupo Voltorantin Novos Negócios e a Usina Santa Elisa, de Sertãozinho, tal fabricação terá início no Brasil em 2010. Como meta estabelecida será produzido 400 milhões de litros no primeiro ano e 1 bilhão de litros, em 2012.
O processo de fabricação é muito similar ao da extração do álcool. A diferença crucial - que foi a grande inovação produzida pela Amyris - está no DNA da levedura, que foi geneticamente modificada para secretar diesel no lugar de álcool.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Acesso a qualidade

A qualidade em serviços e produtos é o enfoque do momento em quase todos os setores da economia. Porém um grande equívoco é pensar que ela deve se restringir a poucos ou aos mais favorecidos economicamente. Esta preocupação vêem de todas as classes e setores sociais, pois os consumidores estão cada vez mais exigentes e buscam em produtos ou serviços uma infinidade de outros valores que podem e devem ser agregados ao produto
Um exemplo disso pode ser analisado no ensino superior. Com a disseminação de várias faculdades e centros universitários o acesso ao ensino superior é cada vez maior. Deste forma os diversos grupos que atuam neste setor buscam diferentes alternativas para manter o padrão de qualidade sem onerar o seu custo.
Tendo como enfoque o tripé: qualidade x custos x eficácia os grupos têm comprado os direitos autorais de autores conceituados. Desta forma reduzem o tempo do acadêmico em sala de aula, mas suprem essa carência produzindo apostilas com textos de grandes autores. Seguindo as apostilas e as aulas virtuais o aluno sai da faculdade com um embasamento teórico bom e a instituição tem um custo baixíssimo com a manutenção de tais turmas. Sendo assim passam a ganhar mais pelo número de alunos formados, pois quase não tem custos com tais turmas.
Outro exemplo disso pode ser encontrado no mercado de bens duráveis. Ao invés das classes menos favorecidas comprarem produtos mais baratos pensam justamente o contrário. Buscam comprar produtos com mais qualidade que possuam menores gastos com manutenção e alta durabilidade. A escolha se baseia na potencialização do uso de seu dinheiro.
Desta forma as fábricas têm trabalhados em linhas de produtos focadas neste setor. Aliando a qualidade ao desing mais arrojado. Outra característica é adaptação dos móveis a estrutura de casas menores, trazendo conforto e estilo a residência brasileira.
Por outro lado as políticas publicitárias devem ser tratadas de forma adequada, não subjulgando seu consumidor e sua capacidade de pagamento. Até porque a diferenciação das lojas apenas por preços é algo bastante comum.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Uma nova perspectiva da economia solidária


Em tempos de grandes alterações econômicas e necessidades de mudanças a economia solidária surge com uma nova cara. Capaz de gerar bons resultados ela não deve ser confundida com uma forma de política assistencialista, mas sim compreendida como uma nova saída para os novos desafios econômicos. Ela vem para gerar uma inter-relação em três esferas: empresas privadas, políticas públicas e associações produtivas.
Uma nova forma de economia solidária que passou a ser mais desenvolvida na atualidade trabalha com a recuperação de empresas. Esta recuperação ocorre quando os trabalhadores desta empresa se mobilizam para tomarem a frente dela, vislumbrando um crescimento coletivo. Desta forma as decisões são tomadas coletivamente e os cooperados têm acesso a informações antes restritas a eles. A partir do momento em que os funcionários têm o poder de decisão e vêem o reflexo de bons resultados gerando lucro para todos se sentem estimulados a trabalharem cada vez mais. O retorno do trabalho coletivo é colido não só no âmbito financeiro, mas também na recuperação da auto-estima dos trabalhadores.
A economia solidária chega para agregar valor e força a setores produtivos muitas vezes esquecidos. Através da cooperação entre indivíduos do mesmo setor ela é capaz de gerar melhores resultados, pois trabalhando em um grupo maior consegue ter mais representatividade. Desta forma auxilia o combate à exclusão, potencializando diversos setores de mercado e devolvendo a dignidade aos cidadãos.
Este modelo econômico atende também a uma nova preocupação mundial que é a sustentabilidade. Ela implica não só em uma maneira consciente de manejo ambiental, em que a preocupação com os meios de produção representam um diferencial competitivo. A geração de redes e cadeias produtivas que se auto-sustentam também é característica da economia solidária, pois ela vislumbra o beneficiamento de todos os integrantes deste sistema. A preocupação com o consumo consciente dá mais força ao segmento, pois freia o consumismo desenfreado que acarreta o desperdício desnecessário de matéria-prima e acumulo dejetos no meio ambiente.
Nesta perspectiva de trabalho as incubadoras de empresas surgem para viabilizar a implantação de cooperativas. Elas são pequenas organizações de cooperados que investem seu dinheiro e mão-de-obra para a criação de empreendimentos independentes economicamente. Nas incubadoras todos têm conhecimento do processo produtivo, as decisões são tomadas de forma coletiva e os ganhos financeiros são proporcionais a participação ativa de cada cooperado.
Mapa das Incubadoras de Cooperativas no Brasil


imagem:www.e-commerce.org.br