quarta-feira, 21 de julho de 2010

Vatagens do estoque integrado

Trabalhar com o sistema de estoque integrado não é exatamente criar um só estoque ou central de compras integrada que faça pedidos automáticos. O sistema de compra integrada possibilita a venda de determinado produto no ponto de venda (PDV) mesmo que você não tenha o estoque na sua loja, ou seja, ele estando disponível em qualquer loja do país ele pode ser vendido em outra loja e o produto será enviado para a loja onde foi vendido. Por exemplo, a loja vende um, sobretudo de couro de avestruz, mas não possui na loja de Recife, porém está disponível em uma de São Paulo. O vendedor de Recife efetua a venda e faz o pedido da peça para a loja de São Paulo. Em um prazo determinado, em torno de 72 horas, a peça está disponível na loja ou na casa do cliente como ele preferir.
Ele funciona mais ou menos como uma venda pela internet, porém tem a possibilidade do cliente comprar outros produtos. As facilidades de pagamento também podem ser diferenciadas, ofertando opções diferenciadas pela compra feita na internet que são intermediadas pelo PDV. O uso desse tipo de estoque possibilita que o cliente entre em contato com a loja por canais de comunicação diferenciados e integra mais de um canal no relacionamento. Isso é válido, pois ainda existem pessoas que não possuem o hábito de comprarem na internet.
Para o vendedor essa modalidade de trabalho é de grande valia, permitindo que sejam oferecidos mais produtos aos clientes e isso poderá gerar um aumento do ticket médio de suas vendas. Na contramão a loja ganha por não ter que comprar determinada peça de valor alto ou que não é muito vendido devido ao clima local, gerando economia em estocagem e depreciação do produto. Além disso a empresa deixa de perder venda devido a falta de estoque, suprindo o principal objetivo da empresa a necessidade do cliente.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Amostra Grátis

Há uns dez anos, mais ou menos, a amostra grátis estava no auge de seu desenvolvimento e as empresas proporcionavam a experimentação dos seus produtos aos clientes. Naqueles tempos novos produtos estava entrando no mercado e buscando espaço para se estabelecer, como exemplo, tínhamos os produtos semi-prontos e congelados. Com o passar do tempo esses produtos foram se tornando parte do nosso dia-a-dia.
Mas agora passamos por uma nova faze de introdução de produtos que envolvem mais tecnologia e praticidade. Os holofotes estão voltados a produtos que sejam mais práticos, rápidos, tecnológicos e que tenham ingredientes naturais ou mesmo nos remetam a sabores e sensações mais caseiras. Além desses produtos os consumidores anseiam por soluções que sejam mais eficientes e mais econômicas que as existentes.
Buscando atender a essa demanda a indústria tem criado novo produtos que proporcionem facilidades e tem retomado o uso das amostras grátis para o cliente experimentar antes de comprar. Com entregas em domicílio o cliente tem a opção de fazer o teste.
Fora as amostras grátis testes de produto por tempo determinado também estão sendo oferecidos. Passando desse período caso o cliente não se sinta satisfeito ou o produto não tenha o resultado prometido ele pode solicitar a devolução do dinheiro gasto.
Praticas como essa são muito boas por lidar com a liberdade de escolha do cliente. Mantendo o consumidor como principal agente dessa relação. A confiança na qualidade do produto e seus efeitos é um pressuposto básico para que tais atitudes tenham efeito. Caso não haja tal confiança a escolha desta pratica pode gerar resultados devastadores.
Outros modelos de amostras grátis também são vistos na internet tendo alguns sites que disponibilizam o conteúdo gratuito por um período de tempo e depois passam a cobrar por ele. Criar conteúdos inéditos na internet é cada vez mais difícil. Em outra linha de raciocínio a prestação de serviços na internet lida facilmente com essa situação. Alguns sites oferecem pacotes gratuitos com menor número de aplicativos. Desta forma é importante ressaltar o diferencial existente entre o pacote pago e o gratuito.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Hora de mudar

A mudança significa a quebra ou alteração de uma estrutura ou cenário ela nos faz repensar várias práticas e objetivos dentro da empresa ou mesmo de nossas vidas. De certa forma as mudanças são muito ruins por gerar um desconforto inicial ruim. Porém todo esse mal-estar é muito produtivo, pois nos leva a olhar as coisas de fora para dentro, como se alterasse a forma de analisar a situação. Quando saímos um pouco do foco do problema se torna mais fácil de encontrar possíveis soluções. Não que essas soluções estivessem distantes, mas o alto envolvimento com o problema faz com que se encontre apenas o problema.
Um dos principais passos a serem considerados durante um processo de mudança é a “oxigenação” da empresa. Esta “oxigenação” é importante pois permite avaliar os cenários da economia, da política, do social e do tecnológico em relação a economia nacional, estadual e na sua cidade. Só assim será possível estudar as formas de reação a essas forças externas. Além das forças externas temos também as forças que atuam internamente à empresa genericamente podemos falar dos funcionários, máquinas e equipamentos, infra-estrutura, habilidades e conhecimentos específicos, valores e cultura e redes de contato. As forças internas, por vezes, são mais fortes que as externas, causando falhas no desenvolvimento das atividades.
Um conceito importante advento da preservação ambiental pode e deve ser utilizado nos ambiente corporativo recicle, reduza e reutilize. Em alguns casos apenas trocar velhos conceitos ou práticas são atitudes muito radicais e ao invés disso se readapta. Como exemplo pode citar a missão da empresa que ao longo de sua existência costuma ser reformulada para se adequar a presente necessidade.
Nos tempos em que vivemos os ciclos de vida estão cada vez mais rápido. Desta forma a mudança é extremamente importante ainda mais com ciclos de vida cada vez mais curtos se faz necessárias avaliações constantes. O que deve mudar é a periodicidade com que as avaliações de cenários são feitas. Passando a ocorrer preventivamente facilita os percalços do caminho e gera o crescimento da empresa.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O que você realmente vende?

Semana passada estava em uma palestra de planejamento estratégico quando o palestrante perguntou. Qual é realmente o seu negócio? Em qual área a sua empresa ganha das outras ou onde ocorre a briga com o seu concorrente? Grosso modo é realmente isso que devemos pensar quando definimos objetivos estratégicos para empresa. Avaliar quais as competências eu possuo ou pretendo possuir e ser reconhecido por elas. Basicamente quando a temos bem definida estabelecemos o ringe da nossa luta. Essas competências não devem passar de três, porque se não ficam extensas a difíceis de serem trabalhadas perdendo o direcionamento mais apurado que ela pretende ter.
Mas para avaliar como sua empresa está é necessário conhecer a posição dos seus concorrentes em relação aos pontos colocados em cheque. Posicionando como sua empresa está em relação aos seus concorrentes. Pois a partir do momento em que você observa que seu concorrente também é forte em um aspecto que você gostaria de trabalhar será necessário maior esforço para superar o seu concorrente. Ao brigar pela mesma competência que seu concorrente é preciso ter bem claro no que sua empresa se diferencia da outra e como as diferenças existentes podem ser diminuídas. Por isso alguns parâmetros devem ser utilizados para melhorar essa comparação como: recursos tangíveis; conhecimentos, habilidade e experiência; procedimentos e sistemas – manuais e fluxos; valores e cultura e network.
Com base nessa análise mais detalhada é possível visualizar quais pontos precisam ser melhorados a fim de tornar a empresa mais competitiva. Porém apenas conhecer essas estratégias não é o suficiente por meio delas deve-se criar objetivos a serem alcançados e seus respectivos sub-objetivos, ou passos necessários para atingi-los. Caso tenha como objetivo aumentar o número de clientes é preciso estabelecer sub-objetivos para se alcançar isso. Por exemplo, divulgar mais o estabelecimento ou fazer promoções.
Outro ponto importante é estabelecer indicadores que possam mensurar se o objetivo foi cumprido e com que eficiência. Uma medida é importante para servir de comparação entre o antes e o agora. Deve vir acompanhada também de um período determinado para a execução a fim de não se tornar mais um plano de gaveta.
Estabelecer esse parâmetro de comparação com os concorrentes é muito importante além de ajudar atentar-se as pequenas mudanças que ocorrem. O processo de evolução da empresa deve ser crescente e contínuo por isso se torna fundamental a mensuração e o estabelecimento de prazos.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pós-vendas em prestaçao de serviços

Os serviços de pós-vendas estão cada vez mais em evidênca, principalmente com a facilidade de acesso a produtos comercializado em quaquer parte do mundo. As facilidades das compras pela internet vêm aumentando as dificuldades para os empresários que atuam no mercado interno. Os empresários estão percebendo a necessidade de ampliar a gama de serviços agregados ao produto como forma de se tornar mais atrativo. Conforme Moreira (1989) indica que um dos fatores importantes que podem diferenciar sua empresa de seus concorrentes seria o pós-vendas.
Esta percepção de necessidade de efetuar o pós-vendas passou a ampliar o processo de compra e com isso ampliou a possibiidade de estabelecer uma relação duradora com seus clientes. Segundo Dwyer (1987), as relações entre compradores e vendedores desenvolvem-se em estágios que vão desde simples transações unilaterais até um tipo bilateral em que ambas as partes estão comprometidas. Os autores defendem que, com o desenvolvimento do relacionamento, as partes aprendem a confiar uma nas outras e isso gradualmente aumenta o comprometimento. Assim o comprometimento é a habilidade de fazer sacrifícios de curto prazo em benefício aos de longo prazo.
Além disso, o pós-vendas envolve outras atividades de engenharia de processos de clientes como garantia de produtos, treinamento de equipes de manutenção, disposição de informações. Porém quando falamos no pós-vendas de serviços temos uma característica diferenciada por se tratar de um serviço que não possui, tanta, tangibilidade. Estando ligada a sua percepção subjetiva como: consistência, velocidade de atendimento, cordialidade, facilidade de contato, instalações físicas e equipamentos, baixo risco, habilidade e conhecimento e adaptação a mudanças.
Por todos esses fatores é preciso realizar um pós-venda eficiente com o seu cliente e captar a partir dele as necessidades de melhoria. Somente com uma visão do seu cliente se tornará possível adequar o serviço ao uso dos clientes.
Em uma concessionária, por exemplo, o pessoal da manutenção pode gastar mais tempo fazendo uma revisão de um veículo, checando todos os itens vistoriados. O que irá reduzir o número de retorno de veículos em pouco tempo. Ou mesmo criar diferentes tipos de revisão de veículos que se adéquem mais ao perfil dos clientes e aos preços praticados.
Outro exemplo que pode ser citado é no caso de uma imobiliária que pode elaborar um chek-out para os clientes que desocupam os seus imóveis. Buscar saber o motivo da saída, como percebeu avalia a qualidade do staff da imobiliária, relacionamento com o corretor, uso de canais móveis, redução de burocracia, entre outros.
Um bom exemplo de pós-vendas facilitado ao cliente é feito pela Apple Store. Além de proporcionar um ambiente muito agradável em que o cliente transita e experimenta os produtos livremente. Ao efetivar o pagamento o funcionário pega o seu e-mail e é enviado automaticamente um pequeno cadastro e algumas perguntas estratégicas sobre a qualidade do serviço recebido.
Como foi visto existem várias formas de fazer um pós-vendas para a prestação de serviços basta usar a criatividade. A utilização de canais digitais também é uma boa alternativa para agilizar o processo. Mas o que não pode acontecer é perder a oportunidade de agregação valor que o pós-vendas pode trazer a empresa. A fidelização deste cliente também mostra ser uma conseqüência deste trabalho.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Preço da qualidade

O preço da qualidade é o investimento na melhoria do produto ou serviço, seja na perspectiva interna ou externa.Quando se fala em melhoria da qualidade internamente nos voltamos a maximização de processos e fluxos. Porém ao entrarmos na perspectiva externa, do consumidor, ela se torna muito mais abrangente no tocante a características objetivas e subjetivas. Estando altamente relacionado à experiência do cliente.
As características objetivas estão relacionadas a fatos concretos como desempenho, garantia, durabilidade, assistência técnica, entre outros. Já os subjetivos são relacionados à imagem da empresa, a confiança, a valores e as expectativa,etc.
Quando a empresa se propõem a uma diferenciação relacionada à qualidade deve-se perguntar e procurar desenvolver os parâmetros adotados pelo consumidor. E é ai que mora o "X" da questão, por exigir um conhecimento apurado de seus clientes e seu comportamento de compra. Tendo em vista que as intenções de compra dos clientes não estão diretamente relacionados ao seu comportamento de compra. Ou seja, um cliente pode achar interessante a empresa ter uma atitude socioambiental, mas não está disposto a pagar mais por isso. Estudos desenvolvidos por institutos como CONSUMA e AKATU têm mostrado tais diferenças.
Mais do que uma pesquisa de mercado as empresas precisam ter metas e valores fortemente estruturados para seguir em frente com suas ações. Para isso analisar as mudanças de mercado e a percepção do consumidor é fundamental.
O ceticismo também não é aconselhado nesses momentos, há apenas que se estruturar bem para atender as demandas de um novo perfil de consumidor. Buscando aliar o desenvolvimento da qualidade atrelado a redução de custos e vantagens aos clientes.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Reduzindo a hierarquia

Em uma visão contemporânea da administração a redução dos níveis hierárquicos diminui a burocracia e visa à melhoria da comunicação. Além dessa melhoria a redução dos níveis hierárquicos gera uma maior autonomia na tomada de decisão e resolução de problemas. Esta autonomia no campo teórico é muito mais fácil do que no prático, uma vez que delegar maior autonomia requer maior confiança no potencial da equipe e adequado treinamento.
Adotar tal estratégia preconiza que haja boa transparência dentro da empresa e que todos devem saber claramente suas obrigações e procedimentos a serem tomados. Falar a mesma língua dentro de toda a empresa não havendo divergência entre diferentes cargos. A consciência da importância de seu trabalho para o bom andamento da empresa, sentindo-se parte integrante da equipe.
Quando da aplicação desta redução dos níveis hierárquicos deve-se tomar cuidado com o comportamento dos gestores perante os funcionários. Cabendo a eles compreender que a partir do momento em que o funcionário tem maior autonomia ele não pode ter sua "autoriadade" quebrada durante o atendimento a um cliente. Pois tal atitude pode gerar queda na motivação dos funcionários.
Os benefícios adventos da redução de hierarquia pode ser sentida tanto internamente quanto externamente a organização. Dentro da empresa há uma melhora no clima organizacional e a equipe poderá se mostrar mais proativa, vendo que suas opiniões são ouvidas e analisadas. Quanto à percepção do cliente ele sentirá mais eficiência da empresa e menor dificuldade para solucionar problemas.
Desta forma a empresa precisa analisar se está preparada para encarar os benefícios e dificuldades intrinsecas a redução dos níveis hierárquicos. Caso esteja é preciso fazer um bom trabalho com a equipe para se prepararem a nova realidade organizacional. As vantagens desta redução serão sentidas por todos os membros da empresa e exigirá que ela se organize e estabelaça outras metas dentro deste novo panorama.

domingo, 2 de maio de 2010

Falhas na comunicação

A comunicação sempre foi muito importante e por vezes tratada com o foco apenas na publicidade, porém ela pode ter outros focos e direcionamentos. Dentro das equipes, a comunicação, é extremamente necessária e tem grandes impactos nos desempenho da organização. Não há como se falar em gerenciamento de equipes sem ter uma boa comunicação. Por mais que o planejamento seja importante para se alcançar um bom desempenho nas tarefas é preciso que não haja dúvidas antes, durante e depois da execussão do trabalho.
Mas como saber se a comunicação flui bem dentro de uma empresa? Esta resposta não é muito fácil, mas um ponto de partida é perguntar se tudo está claro, seja de forma impressa ou falada. Por muitas vezes se pensa que todos da empresa sabem de forma clara de todas as políticas da empresa. Sendo que muitas vezes isso não é verdade, pois as políticas e metas organizacionais estão centradas, apenas, na cabeça dos gerentes e gestores.
Uma comunicação clara exige transparência em suas políticas e explicar aos seus colaboradores porque de suas ações. Mais do que isso para a boa comunicação é preciso que haja pré-disposição de ambas as partes, empregador e empregado. Os funcionários devem estar por dentro dos motivos de mudanças na estratégia da empresa e os benefícios que as mesmas irão gerar a médio e longo prazo. A aversão a mudanças e a falta de transparência são grande inibidor da participação da equipe.
A comunicação pode ser trabalhada de duas formas formalmente e informalmente. A primeira por meio de informativos, comunicados, memorandos ou em reuniões. Enquanto a informal é passar tais informações por e-mail, murais ou transmitida livremente no boca a boca. Para se alcançar um bom nível de comunição dentro da empresa é preciso utilizar as duas formas.
O ideal é ter dento da equipe disseminadores dessas estratégias, pois eles são capazes de quebrar as barreiras da resistência, facilitando muito o processo. Buscar uma relação mais próxima com a equipe facilita bastante. A sinergia entre a equipe é necessária para o bom desenvolvimento da organização.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Logística Reversa

A logística reversa abrange uma área que vem crescendo no país a do pós-consumo. Atualmente apenas 10% dos produtos retornam para a empresa. Ela busca fazer com que todo produto, sem condições de ser reutilizado, retorne ao seu ciclo produtivo ou para a indústria como insumo, evitando nova busca de recursos na natureza e permitindo um descarte ambientalmente correto. Sendo iniciado quando o produto sai da indústria, se estende a compra e reinicia o ciclo quando é devolvida como matéria-prima ao seu reinserimento.
Um dos benefício da logística reversa é a economia em sua operacionalização gastando apenas 5% do faturamento da empresa. Além do que diminui o tempo médio de retorno dos produtos ao mercado. Quanto à legislação o Brasil não estabelece normas claras para tributação e benefícios fiscais destas práticas. Está em trâmite o projeto lei que institui a Política Nacional de Respidos Sólidos. De acordo com André Saraiva, presidente da Associação Brasileira de Indústria de Elétrica e Eletrônica (ABIEE), há uma brecha na lei que dá responsabilidade a quem fabrica, mas não a quem importa ou comercializa.
Quando um material retorna a empresa há cinco formas de classificá-lo de acordo com o seu estado de conservação ou necessidade de reparo para reutilização ou descarte sem agreção ao meio ambiente. O recondicionado esta em bom estado, necessitando apenas de limpeza ou pequena revisão. O segundo é o reciclado que necessita ser reduzido, aproveitando algumas peças. Depois temos o material renovado que demanda mais tempo de reparo das peças. O remanufaturado é desmontado completamente. E por último a revenda pode voltar ao mercado consumidor sem problemas.
Uma das principais formas de logística reversa aplicada é no que se refere às sacolas plásticas. Grandes varejistas como Walmart e Pão de Açucar têm investido bastante nesse setor. O Walmart em sua subsidiária em Pernambuco estabeleceu uma política de redução do uso de sacolas plásticas. Seguindo a seguinte lógica: se cada sacola carrega em média cinco ítens o lciente recebe um desconto proporcional a economia de sacolas.
A reutilização de garrafas pet já bem difundida no país reciclou 18 mil toneladas em 2007, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Uma nova lei que autoriza a reutilização de garrafas pet pela indústria vem a fomentar o crescimento da reciclagem. Lei similar já existia em países como Austrália, Estados Unidos e México. Além desta utilidade a garrafa pet reciclada pode ser usada para outros fins como a confecção de camisetas.
Um dos grandes vilões da logística reversa é o lixo eletrônico produzido em escalas cada vez maiores gera transtorno ao meio ambiente. Pesquisa realizada na Europa pela Logistik Consulting em 2002 avaliou o risco que tal lixo causa a população. Durante sua decomposição libera um caldo de metais pesado que contaminam as pessoas a os lençois freáticos. Foram encontradas 287 substâncias nocivas à saúde humana, sendo 180 cancerígenas e 217 maléficas ao sistema nervoso agravado pela incineração destes componentes. O Brasil é um dos grandes produtores deste lixo e não possui uma legislação voltada a responsabilidade de recolhimento do mesmo.
O lixo tóxico exige muito cuidado durante seu descarte, necessitando de processos meio para a redução de seu impacto ao meio ambiente. A reciclagem deste componentes é muito tímida e precisa de investimentos em tecnologia e processamento para o aumento desta prática. Uma estratégia usada por empresas do ramos, demais empresas e entidades governamentais é a criação de eco pontos para coleta de baterias de celular, lâmpadas fluorescentes, pilhas, pneus e outros.
A utilização desta prática envolve também a cultura da empresa, primando pela gestão ambientalmente correta. Os custos com a operacionalização da logística revesa são pequenos em relaçaõ aos seus benefícios. As empresas brasileiras ainda não tem que arcar com o recolhimento mínimo dos produtos postos no mercado. Quanto a legislação são necessários alguns avanços quanto a determinação de responsabilidades. Atenção especial deve ser dada para evitar a bitributação em vários momentos das cadeias reversas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Cuidados com o ponto de venda

O ponto de denva (PDV) é o mais conhecido e popular lugar de desenvolvimento do varejo, espaço físico no qual a venda ocorre. Desde as primeiras trocas e formas de comércio, o PDV estabelece contato como o cliente e que tem nele a oportunidade de se desenvolver. De fato muitas centenas de anos se passaram até o varejo chegar em seu estágio atual. As estruturas sociais mudara, houve a entrada de novos canais de venda e principalmente o aumento da dinamicidade do mercado. Mas a importância do PDV é inegável.
O século XXI veio agregando mudanças e desafios aos varejistas. A globalização dos mercados e a criação de consumidores multicanais fizeram o cliente ganhar mais voz, exigir mais e buscar por diferenciação. O PDV também passou por mudanças, não sendo o único lugar que cliente e vendedor estabelecem contato. Ele incorporou novos conceitos como: sustentabilidade, inovação e interatividade.
O PDV ainda é o local preferido pelos brasileiros para efetivar suas compras, mesmo utilizando outros canais para pesquisa, para comparar preços, para interagir com a marca, para trocar informações com outros clientes e para monitorar as ações da empresa. O PDV representa a conjuntura de seus anseios e desejos, por isso deve ser muito bem pensado e estreuturado de forma que a experiência de compra não frustre as expectativas do cliente. O PDV mostra a identidade da loja seja ela estética ou conceitual.
Um estudo prévio deve ser feito antes da montagem do PDV, ou seja da loja. É importante analisar o perfil do seu público, os locais que frequentam, pontos fortes e fracos e hábitos de consumo. A facilidade de acesso é um aspecto essencial e a variação de sua importância depende do tipo de negócio da empresa. Uma avendia de grande circulação é favorável para a instalação de uma agência bancária, porém não é tão favorável a localizaçaõ de uma clínica de estética. O ponto é fundamental para o bom desenvolvimento da marca e efetivação das vendas.
A acessibilidade deve ser pensada de duas formas diferentes. Na primeira atenta-se para a adequação das instalações a cadeirantes e deficientes visuais. Já a segunda se refere à circulação de pessoas, disposição das informações e exposição das mercadorias. O fluxo do cliente deve ser livre, porém ordenado de forma coordenada, casando as informações disponíveis às necessidades do consumidor. Embora tragam uma abordagem diferente as duas formas de acessibilidade, são complementares. É necessário se preocupar em não exagerar no volume das informações, que podem se tornar confusas e inoperantes. Nos dias de hoje existem arquitetos especializados em varejo devido as inúmeras especificidades do setor.
A renovação da loja deve ocorrer de tempos em tempos para que os clientes se sintam atraídos por ela. A manutenção dos clientes depende da atratividade da empresa. Por isso explorar iluminação, vitrine, decoração e exposição dos produtos é importante.
Outro ponto a ser pensado é a integração entre a loja virtual e a lpja física. Apesar da loja virtual possibilitar a exploração de diferentes setores é importante que haja compatibilidade entre o ambiente virtual e o PDV. Grandes oscilações entre esses dois canais podem impactar negativamente na relação cliente-empresa.
Buscar uma boa estruturação do PDV é necessário e com isso a empresa deve pensar em vários fatores que influenciam o sucesso do mesmo. A busca por posfissionais especializados não garante bons resultados, porém dá apoio a elaboração de uma boa loja. Como foram faladas, as
mudanças no PDV são importantes e fazem parte da atualização da marca no mercado.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Flexibilidade para crescer e permanecer no mercado

As transações no mundo dos negócios ocorrem rapidamente e os cenários se alteram a cada lançamento, criação de nova tecnologia, incorporação de novos hábitos, enfim uma infinidade de coisas ocorre e afeta diretamente ou indiretamente as empresas. Por isso, a flexibilidade é a palavra de ordem, de movimento e de mudança nos tempos de hoje. Com cenários tão dinâmicos e interligados as empresas tem que ter mobilidade para atingir o público e manter-se alinhada ao pensamento de seus consumidores. A partir dessa necessidade surgem várias formas de se adaptar a tal realidade.
A formação de uma boa rede de contatos é essencial para o bom desempenho das atividades cotidianas. Independentemente da área de atuação da empresa o networking nunca foi tão importante e tem se tornado um diferencial. Possibilita a troca de informações com empresas afins e possíveis parceiros de trabalho. Hoje não é incomum conhecer estórias de empresas que surgiram na internet e se desenvolveram muito bem nela. Um clássico é a Camisetaria, que surgiu em um espaço de 25m² e hoje vende camisetas para todo país.
A exploração das redes sociais é muito importante e deve ser usada tanto por grandes, pequenas e micro empresas. Segundo o especialista em tecnologia da informação Luiz Fuzaro "Há um grande benefício ao utilizar esse tipo de tecnologia porque agiliza o processo de negócios". Além de poupar tempo a exploração das redes sociais cria relacionamentos com fornecedores e clientes. A agência de viagens Mala Pronta foi fundada em 2004 para ser uma empresa online que atende turistas de lazer ou negócios no Brasil e no exterior. A empresa age como intermediadora entre clientes e hotéis. O diferencial é que não existe uma cobrança por esse serviço, os hotéis pagam uma comissão. A empresa utilizou o Orkut, Face book e Twitter para conseguir novos clientes.
Modelos colaborativos de loja também tem surgido em menor escala, gerando oportunidades iguais a artesão e estilistas independentes. No país a Endossa oferece esse tipo de serviço, sendo uma loja colaborativa. A empresa se localiza em São Paulo e aluga os espaços de sua loja. Qualquer um pode inscreves seus produtos. O empreendedores pagam pela área ocupada, há um limite máximo de espaço a ser usado pela mesma empresa, quem vende pouco saí e também que vende muito. Esse modelo de loja busca gerar oportunidades iguais a todos os beneficiados, o preço é definido pelo fabricante e a reposição das mercadorias também.
Outro modelo flexível de trabalho que surgiu para atender os profissionais liberais, micro e pequenas empresas e prestadores de serviço foram os escritórios compartilhados. Baseado no modelo de coworking, fundado em São Francisco (EUA), eles oferecem um espaço com mesas, cadeiras, banheiro, acesso à internet, salas para reuniões, copa, café quente, linhas telefônicas e impressoras. As empresas pagam pela área utilizada e por período usado, disponibilizando pacotes adaptáveis às necessidades do cliente. Estes pontos são muito importantes, pois oferecem a mobilidade de horários do home office, mas com um ar de maior seriedade de um escritório tradicional. De acordo com a empresária Fernanda Nudelman Turgilho, criadora do Ponto de Contato no Bairro de Pinheiros, um dos problemas do home office "Desde a falta de infraestrutura, privacidade, e principalmente, de disciplina, de uma separação entre a vida pessoal e trabalho." Outra vantegem é a possibilidade de encontrar parceiros, fornecedores e clientes no mesmo ambiente. A decoração e a disposição dos móveis proporcionam uma atmosfera criativa. Alugns espaços oferecem alguns horários de convívio visando estimular o networking, são feitas palestras gratuitas e, além disso, logo na entrada há um grande mural no qual as empresas pode divulgar suas atividades e atualizações. Os preços são a partir de R$50,00 por mês.
A busca por mobilidade no trabalho deve ser viabilizada, principalmente no que se refere à redução de custos e maximização das oportunidades. Estas mudanças visam também a melhora nos relacionamentos, seja entre fornecedores, clientes ou parceiros. Uma estratégia de ação nesses ambientes é importante para monitorar os resultados e rever os planos. É preciso que cada empreendedor analise as oportunidades compatívies a sua empresa utilizando formas diferentes de executar o seu trabalho.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Feito para solteiros

O mercado brasileiro tem sofrido grandes mudanças desde a década de 90. Uma que não pode ser desconciderada é em relação ao crescimento dos solteiros no país. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP) eles representavam 3,2 milhões em 1996 e devem chegar a 12 milhões em 2016. Este nicho não pode ser desconsiderado e apresenta boas oportunidades.
A maior parte de seus componetes é formada por pessoas entre 25 e 43 anos, moram em apartamentos pequenos e sua renda média está acima de dois mil reais, segundo dados do Centro de Pesquisas Econômicas e Mercadológicas (CEPEM). A rotina de trabalho dos solteiros é intensa e resta pouco tempo para cuidados com a casa, com a saúde, com a alimentação e com o bem estar. São exigentes e buscam além da qualidade, praticidade que falitite sua vida e e possa lhe trazer comodidade e conforto.
Dentre os segmentos mais preparados para os solteiros está o da beleza e estética, oferecendo inúmeras opções. O mercado investe alto nesse setor, vendo que os s0lteiros têm preocupação em estar bonitos e saudáveis.
Os supermercadistas começam a olhar com mais cuidado a este nicho de mercado, representando 2% do faturamento. Um dos maiores problemas dos solteiros aos ir às compras está no volume vendido, não apropriado à necessidade de consumo de pessoas solteiras. As empresas começaram a adotar embalagens menores há cerca de cinco anos e desde então vêm aumentando o número de produtos disponíveis. A oferta ainda é pequena e o custo dos produtos é mais elevado. De acordo com Frederico Dominguez, gerente de marketing da São Braz, dentro do processo industrial a embalagem tem um grande custo, o que dificulta a redução nos preços.
De acordo com a ABIP os solteiros representam 40% do aumento nas vendas de produtos práticos e porções individuais. A venda de produtos prontos e semi-prontos é muito atrativa as pessoas que moram sozinhas. Eles já estão disponívies em supermercados, padarias e lojas de conveniência. Apesar de práticos eles possuem preços mais elevado e atendem também a demanda de lares convencionais. A produtora cultural Gisele Carvalho Moureira, opta por consumir esse tipo de produtos e diz "Pago mais caro para não jogar fora os alimentos".
A qualidade e a praticidade devem etar presentes nos produtos desenvolvidos para solteiros. Este nicho de mercado precisa ser mais explorado, buscando cada vez mais atender as necessidades desse público específico e que tem boa renda mensal. A busca por formas de baratear as embalagens menores dever ser constante e a segmentação dos produtos tende a aumentar.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Inovar para cescre e permanecer no mercado

Mais do que uma forma de se diferenciar das demais empresas a inovação é cada vez mais necessária, estabelecendo um novo patamar em que a concorrência não acontece somente pelo preço, mas por outros atributos importantes para o cliente. Qualquer empresa pode e deve inovar uma vez que existem várias formas de fazê-lo por meio do produto, do processo, do marketing ou organizacional.
O Manual de Oslo, principal fonte de diretrizes para coleta e uso de dados sobre atividades inovadoras da indústria, é seguido estabelecendo proposta de diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. A primeira é inovação do produto, bem ou serviço significativamente melhorado. Em seguida temos inovação de marketing: novo método de marketing com mudanças significativas na concepção do produto ou da embalagem, no posicionamento do produto, na promoção ou fixação de preço. Por último temos a inovação organizacional: novo método organizacional na prática dos negócios da empresa na organização de seu trabalho ou em suas relações externas. Sendo assim a inovação pode ser feita por qualquer empresa independente de seu ramo de atividade.
Várias dúvidas passam pela cabeça do empresário antes ou durante o processo de inovação. Por isso existem empresas e instituições especialistas nesse quesito. Pedir ajuda e buscar informações é um dos passos iniciais essenciais ao desenvolvimento de um projeto, para isso pode-se contar com incubadoras de empresas, institutos de pesquisas e instituições que fomentam o desenvolvimento empresarial. O livro publicado pelo SEBRAE -SP, 99 Soluções Inovadoras, conta algumas estórias de mepresas que contaram com o apoio de instituições.
Inovar acarreta muitos benefícios agregados ao processo, um deles é que, inovar nem sempre, custa caro. Inovar trás benefícios significantes para as empresas a médio e longo prazo. Pesquisa feita pelo SEBRAE - SP em 2008 apontou que as micros e pequenas empresas paulistas que passaram por processo de inovação faturam o dobro verificado em empresas que não inovaram. Além disso, outro benefício é a melhoria da produtividade e redução do desperdício. Segundo Fernado Cabrera, da AC Metalúrgica em Santa Bárbara D'Oeste, "Apostar na mudança, a fundição mais que dobrou a produtividade e chegou a excelência nos processos. Reduziu o índice de não conformidade de 22% para algo entorno de 5%. Com a modernização dos processos dimunuiu o cilco de produção".
Existem vários benefícios agregados ao processo de inovação. Porém deve-se buscar formas de inovar baseadas em projetos elaborados e bem analisados. A inovação deve fazer parte do dia-a-dia da organização criando um cultura dentro da empresa, de forma que todo o processo flua da forma mais natural possível. Inovar está ao alcance de todos e abre um leque de possibilidades lucrativas as empresas que a aderirem.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Novas normas no embarque em aeroportos brasileiros e a exploração de multicanais por empresas aéreas

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) divulgou na terça-feira (09/02/2010) novas normas para o embarque de passageirso nos aeroportos do país. A partir de 1° de março os passegeiros com check-in pronto poderão embarcar sem a necessidade de passar pelo balcão da companhia. Os beneficiados serão os que estiverem sem bagagem ou portando bagagem de mão, até 5kg segundo regulamentação da ANAC, e já tiverem feito seu check-in. É obrigatória a apresentação de um documento oficial com foto original ou cópia autenticada ao entrar na área de embarque do aeroporto. Esta medida visa reduzir as filas e evitará que uma pessoa com o cartão de embarque de terceiro possa embarcar. Esta medida trás benefícios aos passageiros e estimula que as empresas de aviação desenvolvam estratégias para facilitar ainda mais a vida de seus clientes.
No país as empresas GOL e TAM, líderes do setor, ja oferecem aos seus clientes a opção de fazer o check-in pela internet. Ao comprar sua passagem pelo site da companhia basta selecionar a opção web check-in e seguir os procedimentos indicados.
Este serviço é oferecido também para celulares. Através de um cadastro feito no site o consumidor pode escolher tal opção. Os prazos estabelecidos a realização do check-in pelo celular varia de companhia para companhia. Após o preenchimento dos dados o passageiro irá receber uma mensagem com um código 2D que deverá ser apresentado na hora do embarque. A GOL oferece esse serviço por meio das operadoras de telefonia Claro, Oi, Tim, Vivo, BRT e CTBC. No site da TAM não são informadoas as operadoras que disponibilizam esses serviços. O celular é o canal de comunicação com maior penetração no Brasil e desta forma apresentam um enorme campo a ser explorado.
As duas companhias têm estratégias mobile similares, mas utilizam sistemas diferentes. A TAM oferece serviços para smartphones,através do aplicativo APP que permite ao passageiro fazer check-in utilizando o aparelho. Já a GOL, lançou no início do ano, serviços para iPhones. Mais timedamente, que a estratégia para celulares, ações voltadas aos smartphones e iPhones devem ser pensadas a longo prazo, uma vez que a abrangência desses aparelhos no país ainda é pequena. Além do que tais aparelhos permitem a disponibilização de mais aplicativos.
Os terminais de auto-atendimento são disponibilizados pelas companhias, mas retristos a determinados aeroportos. Com as novas normas para embarque nos aeroportos brasileiros a oferta de terminais deverá crescer para atender a crescente demanda por parte dos passageiros. A interiorização do desenvolvimento do país e o turismo de negócio movimentam cada vez mais o setor, havendo a necessidade de ofertar mais destinos.
As estratégias já desenvolvidas devem ser difundidas e constantemente reavaliadas nos aeroportos do país. Ações para expandir a atuação da marca devem ser pensadas, buscando além de serviços correlacionados, oferecerem outros serviços que aumentem a presença da marca no dia-a-dia de seus clientes.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

E-commerce voltado à realidade das Micro e Pequenas Empresas (MPEs)

No contexto atual de desenvolvimento social e tecnológico a interação entre as empresas e sesu consumidores passa por mudanças significativas. Tentando melhorar esse contato as grandes empresas passaram a desenvolver campanhas através dos mais diversos meios de veiculação; internet (e-commerce), celular e televisão. O objetivo dessas campanhas não é só divulgar a marca e divulgar suas promoções. O enfoque está voltado oas relacionamentos empresa-cliente, mas não de uma forma tradicional, pois agora tais relações permeiam essas duas esferas.
De forma permissiva e, explorando os vários canais de comunicação, as empresas querem ter um contato com seus clientes, saberem o que pensam sobre seu produto, sua marca, seus clientes, entender seus valores e entender seus hábitos de consumo. Todas essas informações são de extrema importância para a empresa alinhar suas práticas as idéias de seus consumidores. Criando assim uma sintonia que vai além da simples relação comercial.
Em meio a tantas mudanças e avanços tecnológicos as MPEs ficam um pouco perdidas sobre qual posicionamento adotar. Alguns fatores são essenciais a compreensão de suas realidades. Por se MPE a verba destinada a publicidade e disponibilidade de profissional é limitada. Seus clientes não têm acesso freqùente, em sua maioria, a internet.
Dessa forma uma ação que pode ser desenvolvida para esse tipo de empresa é a criação de um perfil no Orkut, por exemplo. Além de gratuito o site de relacionamento é o mais usado no país. Ele permite abrenger pessoas de várias localidades e classes sociais. Por meio do perfil a empresa pode divulgar fotos dos produtos vendidos ou serviços prestados. No caso de empresa varejista uma bo estrategia a ser adotada é colocar fotos da vitrine da loja e fazer promoções exclusivas para os usuários do site, buscando entre outras vantagens, estimular a visitção ao perfil da empresa.
Outra estratégia que pode ser usada pela empresa é o envio de mensagens via celular aos clientes informando-os sobre a chegada de novos produtos, promoções, dicas relacionadas ao segmento ou até mesmo informar o vencimento de um parcelamento feito na loja. O celular possui 160 milhões de usuários, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), das mais diversas localidades.
Além de todas essas práticas de comunicação a MPE deve buscar se envolver com a comunidade de alguma maneira. Seja por praticar ações filantrópicas, ter um comportamento socioambiental correto e zelar pela saúde e bem estar de seus colaboradores.
Entender o cliente por meio de outra perspectiva é fundamental para o bom desenvolvimento e alinhamento das práticas da empresa. O uso da criatividade é de extrema importância na busca por alternativas de comunicação e contrução de um relacionamento com clientes. Não deixando de lado o monitoramento e a perpetuação de tais ações.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A Copa do Mundo de 2014 e o desenvolvimento do turismo em Mato Grosso

O anúncio de Cuiabá como uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 é resultado de muito trabalho e expectativas para os mato-grossenses. Tal evento trará a Cuiabá e ao estado grande progresso nos mais diversos segmentos. Dentre os setores que demandarão maior trabalho e tem um grande potencial a ser desenvolvido o turismo se destaca. O estado conta com grande variedade de fauna, flora, biomas e belezas naturais. Um dos mais conhecidos é o Pantanal, a Chapada dos Guimarães e a Amazônia, além de tantos outros destinos de igual beleza. Apesar de tantas riquezas naturais o setor de turismo não explora sua potencialidade, havendo grande movimentação, apenas, no turismo de negócios.
Uma série da fatores corrobrora para esses resultados. Como exemplo pode-se citar a pouca divulgação do turismo em âmbito nacional, a falta de boa estrutura hoteleira e o desenvolvimento de mão-de-oba qualificada para a prestação de serviços voltados ao turismo. A malha rodoviária do estado já interliga grande parte dos municípios com os pólos regionais e com a capital. Obras para ampliação e melhoria do aeroporto do estado já estão em andamento, oferecendo vôos para as demais capitais.
Programas de financiamento para desenvolver o turismo no Mato Grosso estão disponíveis. O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Regional do Turismo (PRODETUR) é oferecido pelo Bancom Interamericao de Desenvolvimento (BID) e intermediado pelo Ministério do Turismo, que disponibiliza apoio técnico. O fundo disponibiliza financiamentos de um bilhão de dólares e tem como foco municípios com mais de um milhão de habitantes.
Existem também outras linhas de crédito já oferecidas pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), que agora da maior ênfase ao turismo. O conhecido Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FCO) continua trabalhando com linhas de crédito já existentes.
Quanto à qualificação de mão-de-obra estão sendo oferecidos cursos (barmen, recepcionista, camareira, garçom e inglês) pela Agência da Copa (AGECOPA), criada especialmente para coordenar os trabalhos voltados para Copa de 2014, e empresas como SENAC e SEBRAE. Ademais, escolas técnicas como Centro Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (CEPROTEC) e Centro Federal de Educação e Tecnologia (CEFET) que formam técnicos especializados em turismo e ecoturismo.
O estado tem tudo para desenvolver bem este segmento, com este pontapé dado pela Copa do Mundo. Porém cabe aos empresário em parceiria com o poder público desenvolver ações estratégicas capazes de gerar um fluxo contínuo de turistas no Mato Grosso, enfatizando planos a médio e longo prazo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Certificação de origem

Durante o período em que a indústria estava no auge de seu desenvolvimento as empresas se preocupavam muito com a certificação de qualidade, de seus procedimentos e métodos. Com isso surgiram alguns tipos de certificação, o conhecido ISO, dava as empresas certificação de seus procedimentos. Nos dias de hoje a padronização de tais processos é uma premissa básica para toda e qualquer empresa, independente de seu ramo de atuação. O conceito de qualidade possui uma amplitura maior. Em tempos que o mundo esta voltado para as questões ambientais e começa a repensar práticas e valores de consumo a certificação foca na origem dos produtos e práticas sustentáveis de fabricação.
A princípio o selo de certificação era apenas uma exigência de países estrangeiros para permitir a exportação. Com isso um dos primeiros processos de certificação foi destinado a carne bovina. Com o desenvolvimento deste setor surgiu também o selo de gado orgânico que prima pela alimentação sem suplementação química e redução de estresse no manejo do gado. Apesar de ainda pequeno a carne bovina com certificação é disponível para consumo interno.
O selo orgânico advem da não utilização de insumos agricolas na preparação e manutenção da lavoura. Esta certificação é bem conhecida e também possui um bom mercado interno.
Um mercado ainda não muito explorado é dos produtos kasher. Comercializados para a comunidade judaica estes alimentos devem seguir normas rigidas para a obtenção de tal selo, que envolve preceitos religiosos desta comunidade. No país os produtos são disponibilizados em alguns estabelecimentos e a procura pelos mesmos tem aumentado. Além dos produtos comuns há também a procura por produtos específicos judaicos para a celebração de suas festas religiosas e datas comemorativas.
O selo verde é destinado a madeira, relacionada a sua origem. Mais recentemente foi lançado o selo verde para o ambiente digital e pratricas relacionadas ao mesmo.
O processo de certificação tem diferentes prazos, exigências e durações para cada tipo de selo que se pretende alcançar é necessário um estudo previo e se atentar as normatizações em seus diferentes ambitos. Ao escolher um tipo de certificação se escolhe trabalhar com um público alvo reduzido, porém o mesmo esta disposto a pagar um pouco mais por esta garantia. O consumo interno destes produtos vêm aumentando e a tendência é de expansão.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Vale a pena investir

O crescimento e desenvolvimento socioeconômico cria novas oportunidades, novas necessidades e um público consumidor diferenciado. Com setores do mercado em diferentes níveis de desenvolvimento por vezes torna-se difícil saber em qual deles investir. Pois ao mesmo tempo que um ramo em expansão representa bons ventos, não é garantia de sucesso. Uma visão deferenciada das necessidades e anceios dos consumidores pode fazer toda a diferença. Perceba que se atentar a necessidades diferentes pode ser um bom negócio.
Trabalhando em segmentos diferenciados, com número de consumidores limitado e produtos ou serviços específicos, muitos empresários têm se dado bem apostando em clientes dispostos a pagar um pouco mais caro por determinado produto. Este é o caso de várias empresas, investindo em segmento não tão explorados que se especializam e geram lucros. Existem alguns exemplos que podemos citar: vegetarianos, obesos, pessoas com pés grandes, aposentados, evangélicos, pessoas com a pele muito sensível, entre outros.
Serviços especiais para aposentados estão surgindo nas suas mais diveras formas. Desde os enfermeiros/acompanhantes para os idosos que necessitam de cuidados especiais ou moram sozinhos. Ou mesmo serviços voltados para a manutenção de uma vida saudável, tanto física quanto social, tendo em vista o crescimento da longevidade do brasileiro. Serviços de estética e fitness voltados a mulher ou ao homem também são um bom negócio.
O empresário Alison Flores se especializou em moda evangélica e a 19 anos criou a Grife Joyaly, com público cativo comemora o sucesso e os lucros de 2 milhões mensais, tendo suas clientes como principais vendedoras.
Analise as alternativas, veja com qual nicho de mercado se identifica mais e trilhe seu caminho rumo ao sucesso.